O São Paulo tinha até esta sexta-feira (10) para inscrever novos jogadores para a primeira fase do Campeonato Paulista. Porém, mesmo com o problema envolvendo o alto número de lesões - principalmente na zaga -, a única novidade nos últimos dias foi Nathan, lateral-direito que retornou ao Tricolor após período de empréstimo ao Coritiba.
Ou seja, Rogério Ceni terá somente duas opções para a zaga tricolor nos próximos jogos: Beraldo e Alan Franco. A procura por mais um zagueiro começou a ser discutida após a grave lesão de Ferraresi, que sofreu uma ruptura de ligamentos no joelho durante clássico com o Palmeiras e precisou passar por cirurgia. O período de recuperação do venezuelano é de 9 a 12 meses. Além dele, Diego Costa também se recupera de cirurgia e Arboleda enfrenta problemas recorrentes de tendinites no joelho.
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Como o LANCE! havia adiantado, o clube do Morumbi enfrentou dificuldades em achar um defensor no mercado nos últimos dias. Rogério Ceni chegou até a promover nomes da base como Belém e Ythallo, mas são vistos como opções de urgência, uma vez que ainda não apresentam experiência no profissional.
Três nomes eram os alvos certos do São Paulo. Nenhum teve o andamento esperado pelos dirigentes. Sem poder olhar para estrangeiros, afinal há um número deles acima do limite permitido, os preços assustam.
Um deles é João Marcelo. Com passagens pela base de Vasco, Fluminense e Grêmio, o jogador do Porto B foi sondado. Mas os portugueses sequer quiseram discutir qualquer tratativa.
Outro que estava na pauta é Joaquim, que estava no Cuiabá. A primeira abordagem tricolor foi para tentar o empréstimo. O clube não quis, a intenção era vendê-lo por um valor que beirava os 4 milhões de euros (cerca de R$ 22,3 milhões). Nos últimos dias, foi anunciado pelo Santos.
Ou seja, o treinador terá que lidar com o que tem. Porém, alguns problemas parecem ter sido resolvidos antes do término deste prazo de inscrição para esta primeira fase, que termina no dia 5 de março.
Como dito antes, Nathan retornou ao time. Sem Igor Vinícius e Rafinha - também no departamento médico -, a única opção para o setor era Orejuela. Embora o colombiano tenha tido um desempenho melhor nos dois últimos jogos, chegou a deixar o Morumbi vaiado contra o Corinthians e esbarra no limite de estrangeiros da equipe. A volta de Nathan deixa o setor com mais uma opção.
A última contratação realizada pelo clube foi Erison. A intenção era que o jogador fosse uma opção de reserva para o Calleri. Entretanto, um problema surgiu no caminho. Durante a derrota para o Red Bull Bragantino, o centroavante sofreu um estiramento no músculo posterior da coxa esquerda e, com isso, é desfalque certo para o clássico das 19h (de Brasília) de domingo (12) contra o Santos, no Morumbi.
Desta forma, até o final desta etapa do Campeonato Paulista, Rogério Ceni terá que contar com a sorte de não perder mais nenhum atleta, principalmente na zaga, e terá que lidar com o que tem disponível por enquanto.
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Estamos no fundo do poso mesmo, perder para Santos é o fim
Já que o professor Pardal Mico Rogério Ceni gosta muito de inventar , porquê ele não treina o Luan e o Gabriel Neves de zagueiros é por nescessário ter alguém para numa precisão ter os caras aptos para entrar e suprir as ausências de zagueiros já que ele Rogério Ceni vinha improvisando o Rafinha que nem tamanho tem porra , é apenas a minha modesta opinião.
Com o retorno do Mico Ceni ao São Paulo ele chegou criticando todos departamentos e dando palpites em todos departamentos. Como o Mico só sabe fazer críticas destrutivas acredito que o SUS esta dando o troco a este projeto de técnico, porque não é possível a demora em disponibilizar os atletas. Quem com ferro fere com ferro é ferido, só pode...
Eu realmente não sei como funciona o departamento médico do São Paulo, como são os reais prazos para as lesões apresentadas pelos jogadores do São Paulo, mas é impressionante como nesse time jogadores se machucam e ficam um tempo elevado no DM. Com exceção das lesões musculares (Erison, que poderia ter se notado uma fadiga muscular em exames e ser "evitável" preservando o atleta) as outras são realmente lesões que não há o que fazer. Mas não é de hoje que o DM é um setor muito criticado, isso vem de uns anos pra cá, mas parece que por mais críticas que se faça, nada muda em relação a prazo de recuperação dos atletas.