Economia do São Paulo com rescisões quase equipara investimento por Pablo
Fonte Gazeta
29 de Janeiro de 2022
O São Paulo calcula uma economia de cerca de R$ 23,5 milhões com as rescisões de contrato de Vitor Bueno e Pablo, firmadas nesta semana. O alto valor que será poupado, inclusive, quase equipara o investimento feito pelo ex-camisa 9 tricolor, adquirido por R$ 26 milhões junto ao Athletico-PR no fim de 2018.
Fora dos planos da diretoria para 2022, Vitor Bueno e Pablo foram avisados que não treinariam com o restante do elenco na pré-temporada, ficando livres para procurar qualquer outro clube. No entanto, a dupla ainda tinha mais dois anos de contrato com o São Paulo e, sem propostas de compra de seus direitos econômicos, se viu na necessidade de negociar a rescisão de seus contratos.
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Na negociação com Vitor Bueno, o São Paulo aceitou pagar R$ 2 milhões de forma parcelada, valor que devia ao atleta, mas se livrou de ter de arcar com tudo o que ele teria direito a receber até o fim de seu contrato, calculando uma economia de R$ 9,5 milhões.
Com Pablo, a situação foi parecida. O Tricolor aceitou pagar de forma parcela a dívida retroativa com o jogador, de R$ 2,5 milhões, e se livrou de arcar com o que o camisa 9 teria direito a receber até o fim de seu contrato: R$ 14 milhões. A diferença neste caso foi a manutenção de 30% dos direitos econômicos do atacante, visando lucrar em caso de uma possível futura negociação.
A estratégia do São Paulo de reduzir a folha salarial é parecida com a do Corinthians na temporada passada, quando se livrou de uma série de atletas para trazer poucos, mas bons nomes.
Com menos encargos, além do aumento das receitas com marketing, o Tricolor, aos poucos, vai deixando para trás os enormes prejuízos causados pela última gestão. Mas, todo o cuidado é pouco, já que a crise financeira ainda existe e novos equívocos podem levar o clube de volta à estaca zero.
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Fora dos planos da diretoria para 2022, Vitor Bueno e Pablo foram avisados que não treinariam com o restante do elenco na pré-temporada, ficando livres para procurar qualquer outro clube. No entanto, a dupla ainda tinha mais dois anos de contrato com o São Paulo e, sem propostas de compra de seus direitos econômicos, se viu na necessidade de negociar a rescisão de seus contratos.
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Na negociação com Vitor Bueno, o São Paulo aceitou pagar R$ 2 milhões de forma parcelada, valor que devia ao atleta, mas se livrou de ter de arcar com tudo o que ele teria direito a receber até o fim de seu contrato, calculando uma economia de R$ 9,5 milhões.
Com Pablo, a situação foi parecida. O Tricolor aceitou pagar de forma parcela a dívida retroativa com o jogador, de R$ 2,5 milhões, e se livrou de arcar com o que o camisa 9 teria direito a receber até o fim de seu contrato: R$ 14 milhões. A diferença neste caso foi a manutenção de 30% dos direitos econômicos do atacante, visando lucrar em caso de uma possível futura negociação.
A estratégia do São Paulo de reduzir a folha salarial é parecida com a do Corinthians na temporada passada, quando se livrou de uma série de atletas para trazer poucos, mas bons nomes.
Com menos encargos, além do aumento das receitas com marketing, o Tricolor, aos poucos, vai deixando para trás os enormes prejuízos causados pela última gestão. Mas, todo o cuidado é pouco, já que a crise financeira ainda existe e novos equívocos podem levar o clube de volta à estaca zero.
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Ninguem quer comprar estes pé de rato. Se tivesse alguém interessado em comprar, não seria necessário rescindir, ou estou errado? Pode não ter sido a melhor tinhamos pra hoje.
Se não tivesse contratado, a economia teria sido muito maior!! Custo benefício bom só pra quem ganhou comissão nessa negociação....
Concordo com o Carlos....pior negocio impossivel, Um foi a maior contrata?ao da historia, o outro trocado por um jogador e ambos com valor de mercado. Tanto o contratado como o trocado não deram retorno esportivo algum e, consequentemente, impossivel a valorizaçao e lucro em possivel venda.
Agora saem de graça, e o pior, o clube devendo pros caras e vão continuar recebendo.
Da pra ser pior?