A atuação do São Paulo no mercado da bola visa uma mudança de perfil do time em 2022. A busca tem sido por jogadores que a diretoria entende terem características de liderança, ambição para brigar pelas primeiras posições dos campeonatos e comprometimento com o projeto esportivo do clube.
Conforme apurou o blog, existe na direção quem acredite que faltou para parte jogadores em 2021 a compreensão de que o São Paulo não pode disputar o Brasileirão apenas para lutar contra o rebaixamento.
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A ideia de que, talvez, o Tricolor não tenha força para brigar de igual para igual com clubes que fizeram investimentos maiores é aceita. Porém, é inaceitável para a direção que a equipe não esteja entre os seis primeiros colocados do Brasileirão.
Contratar atletas acostumados a serem líderes nos times que defendem é considerado pela diretoria como um passo importante para que o elenco tenha esse espírito. Para o plano funcionar, a direção também entende que precisa de jogadores que falem muito em campo e se cobrem.
Internamente, o discurso é de que o São Paulo busca ter um elenco mais comprometido com as dores das derrotas e com as alegrias das vitórias.
A diretoria são-paulina avalia que os jogadores contratados até agora se encaixam no perfil desejado, apesar de dois reforços (Rafinha e Alisson) terem amargado o rebaixamento no Brasileirão com o Grêmio, na última temporada.
Rafinha, por exemplo, tem histórico de exercer papel de liderança, como fez recentemente no Flamengo e no Grêmio. Falar constantemente com os companheiros em campo é outra de suas características que batem com o que o Tricolor almeja.
Perto de ser anunciado como reforço do São Paulo, Patrick era um dos líderes do Internacional. Em 2020, após o empate com o Corinthians, que impediu o título Brasileiro do Colorado na última rodada, o meio-campista falou com a voz embargada: "Não tem como não sentir essa dor". A afirmação sinaliza sintonia do atleta com o desejo da direção são-paulina de ter atletas que sintam as dores das derrotas, além das alegrias das vitórias.
Liderança, comprometimento, ambição, SPFC, mercado
a liderança não é sair peitando os outros jogadores como o senhor aguinelo Barbosa estar dizendo, mais sim cobrar um desempenho melhor dentro de campo conversa orientar mais de boa sem provocar briga.
Ja fazem 10 anos e é semprre a mesma conversa, vamos contrata jogadores que vistam a camisa, com comprometimento, cascudo etc...., no fim so conttata ameba
Concordo. Precisamos de um time com alma,com atitude,que em casa, não se contente em empatar com times que estão nas ultimas posicoes do campeonato. Time que quando faltar tecnica,tenha raça,e transpiração.Um time comprometido em buscar resultados.
Começar a buscar um perfil mais guerreiro é um bom passo. Sem dúvida faltou esse comprometimento com a busca incansável pela vitória.
É isso aí!