O São Paulo é uma referência no futebol sul-americano, principalmente pelos três títulos conquistados na Copa Libertadores. As taças de 1992, 1993 e 2005 foram inesquecíveis para os torcedores, e também serviram como o início do domínio brasileiro na competição continental. Em entrevista ao site da Betway, Pedro Menezes, consultor financeiro da empresa Ernst & Young, comentou como foi o crescimento do futebol nacional nos últimos anos, e destacou a importância das cotas de TV e do mercado de transferência para isso.
Em 2020 e 2021, a final da Copa Libertadores teve algo em comum: uma disputa entre dois clubes brasileiros. Esse domínio exemplifica muito bem o crescimento do futebol nacional, principalmente contra os rivais sul-americanos. Porém, para entender melhor como isso acontece, é preciso explorar mais o lado financeiro. Afinal, apenas com bons elencos é possível conseguir resultados acima da média.
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Durante uma conversa com o site de apostas esportivas Betway, o consultor Pedro Menezes explicou sobre o impacto do dinheiro nessa disputa sul-americana. Ele explica que o maior diferencial do mercado brasileiro é o valor pago pelas TVs para as transmissões dos jogos. O São Paulo, por exemplo, recebeu R$ 711 milhões nos últimos anos e isso fez muita diferença na montagem do elenco. O Flamengo, campeão da Liberta em 2019, levou para os cofres mais de R$ 780 milhões neste mesmo quesito.
Enquanto isso, os outros clubes sul-americanos sofrem para se manter bem financeiramente. A reportagem feita pelo site de palpites na Libertadores Betway Insider mostra que o futebol argentino, principal rival do Brasil em campo, passa por uma forte crise financeira que afeta os elencos das maiores equipes. Boca Juniors e River Plate não conseguem mais chamar a atenção de grandes craques, e acabam vendendo os jogadores mais promissores rapidamente para o futebol europeu.
Brasil domina a Liberta
Desde 2001, o futebol brasileiro conseguiu 10 títulos na Libertadores, inclusive em 2005 com o São Paulo, e começou a dominar o torneio. A Argentina ficou com apenas sete, enquanto outros países não passaram de duas conquistas. Pedro Menezes explica que o futuro promete ser de mais domínio, pois o Brasil está crescendo em receita, principalmente com as vendas de jogadores e as cotas da TV. Ele afirma que o tamanho do mercado brasileiro faz muita diferença, pois são mais de 200 milhões de potenciais consumidores de futebol.
Enquanto isso, nos países rivais na Libertadores, como os argentinos e os uruguaios, o potencial de consumo é muito menor. O consultor da Ernst & Young acredita que equipes como o Colo-Colo, o Boca Juniors e o River Plate só conseguirão voltar aos títulos se conseguirem uma reestruturação interna, algo que é difícil de acontecer. A maior probabilidade é de que mais equipes brasileiras levantem o troféu da Libertadores.
Isso é uma boa notícia para o São Paulo, principalmente pela tradição do clube no torneio. Com três títulos, a equipe precisa voltar a disputar a competição para conseguir a quarta sonhada taça. A conquista do Campeonato Paulista deste ano foi um sinal de que o rumo dos títulos pode estar voltando, algo que só acontecerá de fato com um bom trabalho da diretoria e também dos treinadores com o elenco.
Efeito nas seleções
O impacto com o crescimento do futebol brasileiro não fica apenas na Copa Libertadores. Na disputa das Eliminatórias da Copa do Mundo, por exemplo, a força do Brasil é inquestionável. Até a 11ª rodada, a seleção comandada por Tite dominava o torneio com 93,9% de aproveitamento. Foram 10 vitórias e apenas um empate, enquanto a Argentina, segunda colocada, soma apenas 25 pontos com sete vitórias e quatro empates.
Isso mostra que o futebol sul-americano está ficando cada vez mais verde e amarelo, algo que é positivo para os torcedores. A Seleção Brasileira não teve problemas para conseguir uma vaga na Copa do Mundo, e provavelmente é a equipe com mais hipóteses de título entre os representantes sul-americanos. Um fator importante, e representa muito em campo.
A Copa Libertadores é uma das competições mais queridas pelos torcedores do São Paulo, e agora também está ganhando o coração de outros clubes brasileiros. O domínio que começou com o tricolor em 2005 foi ampliado recentemente, e a cobrança dos torcedores diante da equipe comandada por Rogério Ceni deve ser maior. A expectativa é de um compromisso para levantar a taça continental pela quarta vez.
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Com essa mesmice continua de manter esses velhos gagás e ultrapassados denominados vulgos cardeais nunca mais vamos ganhar uma libertadores e mundial de clubes , tem que ser feito mudança no estatuto mas não do jeito que esses diretores estão querendo , mas mudar o estatuto para poder a instituição ser gerida como clube empresa , acabando com esses velhos que são eleitos para gerir o clube só por ser sócio do clube a mais tempo e que nem torcedores do clube São , exemplo o pilantra do LECO *** que só fodeu o TRICOLOR , vcs diretoria e conselheiros tem que ser banidos do SÃO PAULO F . C . para sempre , O TRICOLOR pertence a NAÇÃO TRICOLOR e não a vcs bando de larápios do *******
Os outros clubes se lutam para se manter bem e, mesmo assim, o São Paulo precisa vender as tripas para conseguir pagar e ainda pagar caro, quando o resto paga barato.