Além da questão sanitária em um momento em que o país se aproxima das 300 mil mortes pela covid-19, Mauro Cezar analisa a razão que leva os clubes a forçarem a realização das partidas. "Os clubes tentam sobreviver financeiramente. Eles estão com a corda no pescoço. Os clubes ficaram parados ano passado por cerca de 100 dias. Eles não têm há um ano receita de bilheteria, tiveram uma queda drástica no faturamento de sócio-torcedor, tiveram queda de receita com publicidade nas camisas. Tudo mudou".
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O futebol brasileiro ficou paralisado de meados de março do ano passado até o fim do julho - o Campeonato Carioca chegou a voltar antes. Com o retorno das partidas, o calendário ficou ainda mais conturbado. "A única maneira de manter a roda girando é jogando, ganhando o dinheiro da televisão e, automaticamente, dos seus patrocinadores. Por isso a insistência", prossegue Mauro.
Para o colunista, é o momento de um debate sério sobre uma maneira de fazer com que os clubes sobrevivam à pandemia. "Eu acho que além de parar o futebol, de defender a paralisação do futebol, deveríamos discutir uma outra questão: o socorro da CBF e das Federações aos clubes menores. Um grande acordo entre clube, jogadores, federações, sindicato, para compor uma situação que permita a sobrevivência do futebol. Porque vai ter clube quebrando. Essa é a questão".
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Eu também estou com a corda no pescoço , se eu não sair para trabalhar escondido o bicho pega. Pra jornalista é bom falar né, uma profissão que não precisou parar , graças a Deus, mas infelizmente a maioria da imprensa não vê os dois lados da história tipo que têm uma pandemia e uma galera passando fome por conta de tudo estar fechado.
Esses comentaristas estão com as burras cheias
Jornalista esportivo não é trabalho essencial tem que parar!! Isso eles não topam nem fala sobre o assunto...
EXATAMENTE, VAI TER CLUBES QUEBRANDO!!!