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Os primeiros 45 minutos foram abertos, com os dois times mantendo as propostas ofensivas que apresentavam antes da pausa no Paulistão. O São Paulo teve o domínio inicial e abriu o placar logo aos seis minutos, com Pablo, aproveitando cruzamento perfeito de Reinaldo. O Bragantino não se acuou e achou espaços para construir a virada em pouco tempo: Matheus Jesus, num belo chute de fora da área, e Morato, após passe longo de Ligger e entortada em Arboleda. O Tricolor, novamente com Pablo, empatou em chute de longe depois de passe de letra de Daniel Alves. Diante da qualidade apresentada pelos dois times, resultado justo.
O Tricolor começou buscando o terceiro gol com Pato e Reinaldo, mas quem colocou a bola para dentro foi o Bragantino. Em linda jogada, Artur driblou Reinaldo, tabelou com Vitinho e mandou no ângulo de Tiago Volpi. Em busca do empate, Fernando Diniz fez cinco mudanças na equipe depois do gol e tornou o time mais ofensivo, com Reinaldo na zaga e Everton na lateral. Mas o São Paulo não criou mais grandes chances, enquanto o Bragantino assustou nos contra-ataques e venceu com mérito.
É fato que a falta de treino, já que tanto o treinador Fernando Diniz, como os preparadores físicos do clube, afirmaram que seria necessário pelo menos um mês para retornar a forma, o que não aconteceu e o time teve um prazo menor. Durante a partida ficou claro a falta de condicionamento e a lentidão em algumas partes do jogo.
Outra coisa que chamou a atenção foi as substituições de Diniz. O time titular já era previsto e o substituto de Antony, Pablo, foi o destaque da partida. O que surpreendeu, foi que o time do São Paulo terminou o jogo com Tchê Tchê na lateral direita, Reinaldo na zaga e Everton na lateral esquerda.
As substituições malucas de Diniz já são famosas, mas o "desespero" não teve resultado algum dentro de campo.
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