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E em entrevista ao ESPN.com.br, Milton Cruz, que trabalhou por 22 anos no clube paulista, contou bastidores da formação daquele time que derrotou o Athletico-PR na final, montagem que teve sua participação direta.
"A gente tinha ganhado aumento e eu queria permanecer no clube. Eu disse que precisávamos mudar a cara do time para a Libertadores. Nosso time não era forte fisicamente e precisávamos de jogadores mais encorpados. "
"A gente não tinha muito dinheiro e acabou vendendo o Kléber Gladiador para o Dínamo de Kiev. Ele não queria sair, mas nós o convencemos. Esse dinheiro era importante para montarmos o time."
"Fomos atrás de jogadores em final de contrato e gastamos pouco. Em 2003, o Goiás tinha feito um segundo turno de Brasileiro muito bom com o Cuca, e eu fiquei de olho nos jogadores deles."
"Nós trouxemos Fabão, Grafite e Danilo. O Josué só conseguimos levar depois, porque ele ainda tinha mais um ano de contrato com o Goiás. Veio ainda o Cicinho [que conseguiu a liberação na justiça do Atlético-MG].”
“A gente jogava com três zagueiros, e o Alex Bruno fazia essa função bem no Santo André, que também atuava assim. Achamos que ele ia se encaixar bem e o contratamos logo depois que ganhou a Copa do Brasil de 2004 [em cima do Flamengo em pleno o Maracanã].”
Em setembro do mesmo ano, quem chegou foi o lateral-esquerdo Júnior, ex-Palmeiras, pentacampeão mundial com a seleção brasileira em 2002 e que estava no Siena, da Itália.
Entre os titulares, Luizão chegou somente em janeiro de 2005 [vindo do Botafogo]. O volante Mineiro também só chegou no começo daquela temporada.
“O Mineiro era destaque no São Caetano e ficaria livre só em 2005. Seis meses antes do final do contrato dele, a gente passou a conversar. Marcamos um encontro na casa da irmã do João Paulo de Jesus Lopes, que mora perto do Morumbi. Foi escondido porque ele morria de medo de que descobrissem [risos].”
Cereja do bolo
“Quando o Grafite machucou, a gente foi atrás de um atacante. O Oscar, ex-zagueiro do São Paulo, me disse que o Amoroso estava em Campinas naquele dia. Liguei e conversamos. Depois, ele se acertou com o Juvenal.
Lembro que, na mesma semana, o pessoal foi até à Espanha e acertou a rescisão dele do Málaga. Ele chegou na segunda e já entrou na quarta contra o River [Plate], pelo primeiro jogo da semifinal da Libertadores. Ele jogou demais e foi fundamental também no título.”
Dos titulares da final, o goleiro Rogério Ceni já estava no clube desde 1990 e o zagueiro Lugano tinha sido contratado em 2002 pelo presidente Marcelo Portugal Gouvêa. Dos demais, todos vieram após o terceiro lugar naquele Brasileiro de 2003.
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São Paulo, libertadores, 2005, milton cruz, elenco, jogadores
Milton Cruz excelente profissional só que subiu na cabeça aí queria aparecer mais que os jogadores mas é um excelente profissional se ocupar o lugar dele quieto
Milton grande olheiro, trouxe grandes craques como Saavedra, Ivan Piris, Ramalho, Renato Silva, entre outros..
Esse é um verdadeiro parasita, mamou mais de vinte anos w quando saiu ainda processou o clube.. Por favor não coloquem mais notícias desse elemento no site. Obrigado, de nada.
Milton Cruz o melhor olheiro que o São Paulo ja teve o próximo presidente tem que pensar com carinho na sua contratação de volta ao Morumbi só assim voltaremos a ser forte e competitivo com suas indicações.
Milton conta como você levou de 6x1 do Florinthians e depois entrou com uma ação contra o SP