O São Paulo encontrou muita dificuldade no início da partida desta quarta-feira contra o Defensor Sporting, mas conseguiu fazer um gol com Borges no fim da primeira etapa para garantir a vitória por 1 a 0. Apesar de satisfeito com o placar em Montevidéu, o técnico Muricy Ramalho não gostou da postura de seus jogadores no começo do duelo.
"Não podíamos ter guerreado com eles. Estavam fazendo muitas faltas e entramos no jogo de choque, que era o que eles queriam. Mas, no segundo tempo, dominamos e poderíamos ter matado o jogo", comentou.
Nos instantes finais do compromisso, o Defensor Sporting ainda chegou a assustar o São Paulo com duas oportunidades claras de gol, mas Muricy Ramalho considerou os lances normais de partidas da Libertadores.
"Este ano, estamos bem fora de casa, mas nós sabíamos das dificuldades do jogo. No primeiro tempo, entramos no jogo deles e fizemos muitas faltas. Porém, melhoramos no segundo e poderíamos ter matado a partida. No final, era normal sofrer com as jogadas deles de bola alçada na área. Sofrer assim faz o time amadurecer", analisou.
O que o treinador não gostou de ver foi a forma do time uruguaio de disputar as jogadas aéreas. "O jogo corre demais e até é violento. Eles confundem o jogo duro da Libertadores com violência. Em todas as bolas que alçavam na área, os jogadores deles iam no corpo dos nossos. No Brasil, seria falta, mas aqui não marcaram", reclamou.
Já o atacante Washington acredita que o Tricolor está acostumado a lidar com o tipo de jogo dos adversários sul-americanos. "A maioria dos jogos é de choque e com pegada. A Libertadores é isso, e o São Paulo está bem preparado, pois tem escola e vai seguir até o final", concluiu.
Muricy reclama de "guerra" com Defensor, mas valoriza chances
Fonte Gazeta Esportiva
19 de Março de 2009
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