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"Sempre acreditei na proposta sólida. Não fui eu que o contratei, mas, se estivesse na posição, eu o contrataria porque acredito no trabalho, na entrega, no homem. E acredito no profissional que se dedica de corpo e alma para fazer as pessoas melhores, para fazer os jogadores melhores, instigar os jogadores a jogar um futebol coletivo e instigar a equipe a ser ousada e a criar uma identidade", disse o lateral.
O camisa 10 também criticou a falta de coletivo e constante troca de técnicos no futebol brasileiro. Neste ano, por exemplo, o São Paulo teve quatro treinadores.
"Atrapalha muito (a troca de técnico) porque você tem que se reinventar. Isso só vai acabar quando um treinador não puder treinar na mesma temporada uma equipe da mesma divisão. Você vai começar a criar uma expectativa dentro do trabalho e dos profissionais que se dedicam. Não se pode, depois de três jogos, tirar um treinador se ele não conseguir resultado. Isso é uma loucura que tem que repensar. Nunca tinha vivido isso tão de perto assim e, para o futebol, é ruim", avaliou o veterano, que tem no currículo times como Barcelona, Juventus e Paris Saint-Germain.''
''Dentro de campo é um campeonato muito qualificado em termos de jogadores, mas não tão qualificado no coletivo. Os jogadores, desde o meu tempo, já eram criados para serem destaques individuais. Por isso, se comercializam tantos jogadores brasileiros para fora. Não se fala muito de uma equipe que é incrível coletivamente. Agora temos o Flamengo, pela mentalidade que foi importada de outra estrutura futebolística. Por isso o Jesus consegue se destacar muito: ele tem jogadores que estão querendo pagar o preço para que a equipe seja sólida e forte. É claro que, se tem qualidades individuais, vai se destacar muito mais", completou o camisa 10 tricolor
Daniel Alves está devendo no São Paulo?
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São Paulo, Daniel Alves, Fernando Diniz, treinadores