[OFF]: Quais seriam os lados positivos e negativos de uma troca de Raí por outro diretor de futebol

Raí e Belmonte estavam disputando o cargo no São Paulo

Fonte spfc.net
Foto: Marcos Ribolli
Raí será o executivo de futebol do São Paulo em 2020. O presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, desistiu de fazer uma troca no comando do departamento e decidiu renovar o contrato do dirigente por mais uma temporada. Em meio à indefinição sobre o futuro de Raí, foi cogitada a possibilidade de uma composição na gestão do departamento de futebol. Esse formato acomodaria o ídolo e Belmonte em diferentes funções, mas essa ideia não avançou. Veja quais seriam os lados positivos e negativos de uma troca de Raí por Belmonte:

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Positivos:
A unidade no vestiário e o comportamento dos jogadores pró-Fernando Diniz e Raí geraram uma conexão entre elenco, comissão técnica e diretoria após a classificação na Libertadores, o que abriu a brecha para questionamentos sobre a mudança no comando;
A troca de um profissional para um conselheiro não remunerado representaria um retrocesso ao estatuto do clube no departamento mais importante. Embora tenha liderado com sucesso o projeto de basquete do clube e não fosse receber salário, Belmonte não seria remunerado, o que driblaria esse ponto do estatuto, mas estaria substituindo um executivo sem ter "notório conhecimento da área", como prega o documento do clube;
Como funcionaria a divisão de tarefas entre dois conselheiros não remunerados no departamento de futebol: Belmonte e Fernando Bracalle Ambrogi, o Chapecó? O diretor-adjunto é atualmente voluntário e, hierarquicamente, está abaixo de Raí e do gerente executivo Alexandre Pássaro, responsável pelas negociações. Belmonte e Chapecó são aliados políticos de Leco e articuladores da situação no Conselho Deliberativo. Houve questionamentos sobre qual seria a função de cada um deles. Um possível choque entre os conselheiros ou a perda de força de um deles após a troca de Raí no comando representaria uma saia-justa para o presidente;
Negativos:
A mudança daria sinal verde para uma reestruturação profunda no departamento de futebol pedida desde o primeiro semestre por grupos políticos, com reavaliações de diferentes setores do CT da Barra Funda, como departamento médico, fisiologia e fisioterapia, entre outros;
Com essa troca, Leco agradaria sua base aliada que pedia a saída de Raí a um ano da eleição de 2020 – o presidente não pode concorrer à reeleição;
Os resultados ruins do futebol após altos investimentos (o clube registrou déficit de janeiro a agosto de R$ 76,5 milhões) e decisões questionadas de Raí, como a demissão de Diego Aguirre a cinco rodadas do fim do Brasileirão de 2018, e a escolha por André Jardine para comandar o time na eliminação da Libertadores de 2019 pesavam a favor da troca.

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São Paulo, Raí, diretor de futebol, Belmonte
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