Conselho de administração do São Paulo cobra redução de 50% em dívida e parcerias por D. Alves
Fonte Uol/Blog do Perrone
5 de Dezembro de 2019
Um dos principais motivos que fizeram o Conselho de Administração do São Paulo vetar o orçamento apresentado pela diretoria para 2020 foi uma discordância sobre a relação entre despesas e receitas. O órgão deseja que o orçamento permita uma queda de 50% no endividamento a curto prazo do clube. Porém, o blog não teve acesso a esses valores. Outro pedido do grupo, que colabora com a gestão, é a apresentação de parceiros para ajudar a bancar os salários de Daniel Alves.
Integrantes do Conselho de Administração atuam em conjunto com funcionários do departamento financeiro para preparar uma peça substitutiva, conforme apurou o blog. Em linhas gerais, o trabalho é básico: cortar despesas em todas as áreas, principalmente o futebol, e criar novas expectativas de receitas.
LEIA TAMBÉM: Antony não garante permanência no São Paulo: “Não sei se vai encerrar”
O entendimento é de que o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, teve autorização para fazer um alto investimento no elenco para a atual temporada. A menos que aconteça uma considerável injeção de dinheiro, principalmente com a venda de atletas, a ideia que é os gastos sejam menores e mais certeiros nas contratações. A diretoria é cobrada para evitar despesas com jogadores que não conseguem ser titulares.
As alterações no orçamento almejadas pelo Conselho de Administração também atingem as categorias de base. O órgão considerou altos para a situação do São Paulo os números apresentados no relatório original. A primeira versão registrou previsão de investimento de R$ 22,8 milhões na formação de atletas e despesa de outros R$ 300 mil em melhorias no CT de Cotia.
Direção já havia cortado custos
Em relação ao profissional, já existia por parte da diretoria a projeção de redução de gastos com salários, encargos e direitos de imagem no próximo ano no valor de R$ 26,8 milhões. Preocupada em reduzir custos, a diretoria apresentou previsão de compra de direitos econômicos de apenas três jogadores com despesa total de R$ 19,5 milhões. Isso, além de gastar R$ 2 milhões para exercer a opção de compra dos direitos de Igor Vinícius.
Também demonstrando interesse em apertar os cintos, a diretoria projetou só fazer novos gastos com contratações se a meta de redução salarial for superior ao montante previsto. Nesse caso, será investida metade da quantia excedente.
Outro ponto que fez membros do Comitê de Administração torcerem o nariz para o orçamento foi a não apresentação do projeto detalhado, com nomes de parceiros, para pagar os gastos salariais com Daniel Alves. Eles esperam que a direção faça isso ainda nessa semana.
Procurado pelo blog, o diretor financeiro do São Paulo, Elias Barquete Albarello não respondeu às perguntas feitas por aplicativo de mensagem por celular até a publicação deste post.
São Paulo, Conselho, Administração, Cobra, Redução, Dívida, Parcerias, D. Alves, SPFC
Integrantes do Conselho de Administração atuam em conjunto com funcionários do departamento financeiro para preparar uma peça substitutiva, conforme apurou o blog. Em linhas gerais, o trabalho é básico: cortar despesas em todas as áreas, principalmente o futebol, e criar novas expectativas de receitas.
LEIA TAMBÉM: Antony não garante permanência no São Paulo: “Não sei se vai encerrar”
O entendimento é de que o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, teve autorização para fazer um alto investimento no elenco para a atual temporada. A menos que aconteça uma considerável injeção de dinheiro, principalmente com a venda de atletas, a ideia que é os gastos sejam menores e mais certeiros nas contratações. A diretoria é cobrada para evitar despesas com jogadores que não conseguem ser titulares.
As alterações no orçamento almejadas pelo Conselho de Administração também atingem as categorias de base. O órgão considerou altos para a situação do São Paulo os números apresentados no relatório original. A primeira versão registrou previsão de investimento de R$ 22,8 milhões na formação de atletas e despesa de outros R$ 300 mil em melhorias no CT de Cotia.
Direção já havia cortado custos
Em relação ao profissional, já existia por parte da diretoria a projeção de redução de gastos com salários, encargos e direitos de imagem no próximo ano no valor de R$ 26,8 milhões. Preocupada em reduzir custos, a diretoria apresentou previsão de compra de direitos econômicos de apenas três jogadores com despesa total de R$ 19,5 milhões. Isso, além de gastar R$ 2 milhões para exercer a opção de compra dos direitos de Igor Vinícius.
Também demonstrando interesse em apertar os cintos, a diretoria projetou só fazer novos gastos com contratações se a meta de redução salarial for superior ao montante previsto. Nesse caso, será investida metade da quantia excedente.
Outro ponto que fez membros do Comitê de Administração torcerem o nariz para o orçamento foi a não apresentação do projeto detalhado, com nomes de parceiros, para pagar os gastos salariais com Daniel Alves. Eles esperam que a direção faça isso ainda nessa semana.
Procurado pelo blog, o diretor financeiro do São Paulo, Elias Barquete Albarello não respondeu às perguntas feitas por aplicativo de mensagem por celular até a publicação deste post.
São Paulo, Conselho, Administração, Cobra, Redução, Dívida, Parcerias, D. Alves, SPFC
Avalie esta notícia:
19
3
VEJA TAMBÉM
- Enquete: Enzo Díaz quer voltar ao São Paulo! Você é a favor da reintegração?- Lucas Moura emociona em preleção antes da vitória do São Paulo sobre o Vitória; veja o vídeo
- Calleri aponta pessoas que atrapalham o São Paulo, revela cansaço mental e exige mudanças
- Lucas Moura pode sair de graça? São Paulo toma decisão sobre futuro do camisa 7
- Documentos revelam pagamento quase milionário a Rui Costa
