O camisa 7 não entra em campo há quatro partidas. Já o meio campista ficou longe do time nos últimos três confrontos. Ciente do talento da dupla, o técnico Fernando Diniz tenta encontrar uma solução para melhorar o desempenho da dupla. Na próxima rodada, no fim de semana, fora de casa, o time encara o Grêmio e os dois não devem jogar.
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"São talentos indiscutíveis. Sobre o Hernanes, talvez pelo tempo que ficou na China, teve uma série de lesões, e quando eu cheguei estava se recuperando. Ele parou de sentir incômodos físicos, está conseguindo treinar, a gente espera que ele consiga readquirir a forma dele de 2017. Mas é um cara que ajuda em todos os sentidos, é um homem diferenciado, referência no elenco, o mais identificado com o clube. Ele tem ajudado muito, tem sido compreensivo, nossa sintonia tem sido boa", disse Diniz.
"O Pato um talento raro, mas não conseguiu render nas partidas que jogou com a gente. Mas não significa que não vai render no futuro. É um jogador brilhante, uma pessoa que tem ajudado. A hora que o Pato render o que pode, talvez a gente vá ter o melhor atacante do futebol brasileiro", afirmou o treinador.

Público baixo
Como reflexo do momento ruim do São Paulo nesta temporada, o público de ontem foi o mais baixo do Tricolor paulista no Morumbi neste Brasileirão. Ontem, 11.970 pessoas estavam no estádio no duelo contra o Vasco. Antes do confronto, 14 pessoas protestaram contra a diretoria e o presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.
Chances perdidas
O Tricolor paulista até teve algumas chances durante a partida. Mais uma vez, a falta de pontaria dos atacantes chamou a atenção. Fernando Diniz e os jogadores lamentaram o placar magro.
"Diferentemente do jogo com o Ceará, tivemos melhores chances e fizemos o que treinamos, Agora, é manter isso. Mas temos de tentar matar o jogo para não sofrer no fim", disse Vítor Bueno.
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