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Edward Lorenz, o meteorologista norte-americano criador da Teoria do Caos também é, não por acaso, o pseudônimo do autor do e-mail que gerou possível pânico a alguns e euforia ansiosa a outros. Na semana passada, os 240 integrantes do Conselho Deliberativo foram surpreendidos com a mensagem de que se o anônimo não recebesse a quantia de R$ 1 milhão até domingo (24/11/2019) revelaria documentos comprometedores sobre Leco, Raí, diretores da atual gestão e outros cartolas envolvidos.
Durante a semana, o e-mail ganhou repercussão de todos os lados: o São Paulo dirigiu-se à Policia Civil do Estado de São Paulo para abrir uma investigação por extorsão e procurou acalmar os conselheiros com uma mensagem interna enquanto a torcida pedia o divulgação dos documentos nas mídias sociais. Alguns conselheiros responderam ao e-mail e se manifestaram a favor do hacker.
No sábado dia 23/11/2019, o teórico do caos criou uma conta no twitter e em poucas horas ganhou milhares de seguidores. Em seu perfil, contou que o conselheiro Marcos Paixão o havia respondido chamando-o de "burro" e "baratinho" e divulgou um documento que está abaixo na imagem.

A imagem acima mostra a cessão de um espaço de camarote por 6 anos no portão 5 do estádio do Morumbi para a abertura de um restaurante com 220 cadeiras cativas, espaço pet friendly, sem reajuste previsto, pelo valor total de R$ 600 mil, menos de R$ 100 mil ao ano.
Hoje, segunda feira dia 25/11/2019, finalizado o prazo do hacker, a conta do twitter do caos foi apagada e os torcedores seguem mais frustrados do que antes e sem resposta. Afinal, haviam documentos? E se haviam, do que se tratavam? E se existiam documentos com algo de tão errado e o teórico do caos os possuía, por que simplesmente não os divulga e ajuda uma nação que pena há uma década?
Enquanto Rodrigo Caio se consagra campeão da Libertadores e brasileiro, nós pedimos: sem extorsão, sem crime, sem invasão. Se houver documentos, por favor, divulgue. Não queremos caos, queremos nosso São Paulo de volta!
Suba essa campanha! Em nome do São Paulo: ou não faça escândalos públicos atoa, ou sem crimes, ajude-nos!