Caso Ricardinho: São Paulo e empresa pedem suspensão do processo até o dia 31 de outubro

Fonte UOL
Ricardinho na época em que defendia o São Paulo (Imagem: Fernando Santos/Folha Imagem)
O São Paulo ganhou fôlego na polêmica envolvendo o caso Ricardinho. A RES Empreendimentos, a Marshfield Créditos e Participações LTDA, de um lado, e o clube, do outro, pediram a suspensão do processo até o dia 31 de outubro para que fosse negociado um acordo. As partes conversaram e decidiram que durante esse período pudesse ser discutido o valor que o Tricolor paulista deverá pagar aos credores. Caso não se chegue a um consenso, o processo judicial prosseguirá e as contas da equipe do Morumbi poderão ser bloqueadas.

Em 2002, Ricardinho trocou o Corinthians pelo São Paulo, por R$ 6 milhões. Na época, o Tricolor paulista recebeu R$ 2.125.000,00 das empresas RES Empreendimentos e Participações Ltda. e da Time Traveller Turismo e Empreedimentos Ltda. para fechar a transferência. Em contrapartida, as firmas ficariam com 35% dos direitos do atleta. Em 2004, porém, o ex-jogador e o clube abriram mão de seus direitos para assinar a rescisão - e as empresas não foram ressarcidas.

Na Justiça, a RES Empreendimentos já foi reconhecida como credora do São Paulo. Atualizado, o valor a ser pago pelo clube é de R$ 25.433.833. Em cobranças judiciais, é comum que a parte devedora ofereça uma garantia - um bem, um imóvel ou a promessa de pagamento por um banco - para evitar ter suas contas bloqueadas e suas atividades prejudicadas enquanto se defende.
No caso do Tricolor, era uma carta de uma instituição chamada Profit Bank, se comprometendo a arcar com até R$ 35 milhões em caso de derrota no processo. Essa garantia foi, entretanto, anulada pela Justiça, em decisão publicada na terça-feira (15). Imediatamente, a RES Empreendimentos solicitou o bloqueio de R$ 25 milhões das contas do clube.
A Justiça descobriu que a Profit Bank, que se comprometia a arcar com a dívida em caso de derrota do São Paulo, é ré em diversos processos justamente por não pagar os valores prometidos em garantias prestadas a terceiros. Além disso, a empresa não possui os devidos registros no Banco Central. Esses argumentos levaram à derrubada da garantia.

Segundo apurou o UOL Esporte, advogados do São Paulo entraram em contato com os representantes dos credores para buscar o acordo. Antes, a situação foi inversa, com os credores acenando ao clube a possibilidade de negociação. No entanto, nestas tentativas anteriores, o clube do Morumbi não avançou nas tratativas.
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