"Ele (Lugano) não foi para o Sevilla por amor ao São Paulo. Uma das cláusulas da ida do Sérgio Ramos para o Real Madrid é que Diego Lugano deveria ser o substituto no Sevilla", afirmou. "Eu, Juvenal Juvêncio (ex-presidente do São Paulo na época) e o jogador chegamos a ir para o aeroporto assinar o contrato, mas nesse momento o Lugano se negou, pois queria ganhar o Mundial pelo São Paulo. O Sevilla acabou ficando muito frustrado com o negócio", comentou Figer.
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Figer também revelou que quase negociou Sócrates com o Napoli. O brasileiro era uma espécie de "plano B" caso Diego Maradona não assinasse com o clube italiano.
""Eu cuidei da quase ida do Sócrates para o Napoli. O Doutor era o "Plano B" caso Diego Maradona não assinasse com o clube. Faltavam poucos minutos para o fechamento da janela e o Napoli conseguiu contratar Maradona", revelou o empresário", apontou.
O empresário também falou sobre a passagem de Vanderlei Luxemburgo pelo Real Madrid na metade dos anos 2000. O uruguaio, que é amigo do presidente do clube espanhol, diz que indicou o técnico para o clube merengue.
"O Vanderlei já havia demonstrado interesse em trabalhar na Europa, chegou a receber convite do Albacete, mas procurava coisas melhores. Quando apareceu a oportunidade de treinar o Real, concluímos que ele seria o técnico. De início demorou para se adaptar, mas depois se adequou. O que não deu certo é que ele levou um staff muito numeroso, o que gerou muita confusão no Real Madrid", afirmou.
São Paulo, Lugano, Mundial, 2005