Na sexta-feira, véspera do clássico contra o Corinthians, Cueva foi barrado em decisão conjunta da diretoria e da comissão técnica. Os últimos episódios envolvendo o meia irritaram os comandantes do futebol tricolor.
Integrantes da cúpula do São Paulo não querem Cueva fora do time por dois motivos: o meia é importante para fazer a equipe jogar bem; deixar o peruano fora poderia desvalorizar uma negociação futura. No sábado, após a derrota por 2 a 1 no clássico, Dorival se recusou a falar sobre Cueva em duas perguntas, repetindo que a situação estava "entregue à diretoria", que não era da comissão técnica.
Na semana passada, o São Paulo recusou uma proposta do Al-Hilal por Cueva. O clube da Arábia Saudita tinha oferecido 7 milhões de euros (R$27,8 milhões), com uma promessa verbal de que poderia chegar a 8 milhões de euros (R$ 31,8 milhões). O Tricolor respondeu que não seria necessário aumentar para esse montante, pois não havia interesse em vendê-lo.
Isso irritou o meia, que tinha se reapresentado após as férias com seis dias de atraso – a alegação foi que tinha compromissos publicitários no Peru, por causa da Copa do Mundo.
Cueva não foi relacionado para os dois últimos jogos do São Paulo, contra Mirassol e Corinthians, mas treinou normalmente na quinta e na sexta-feira. Na avaliação interna do clube, expressada publicamente por Raí, Cueva não estava apto física e mentalmente para jogar.
Em entrevista exclusiva, o meia pediu desculpas pelo post no qual rebatia Raí sobre seu comprometimento e citava a comissão técnica pela sua condição de reserva – posteriormente, a publicação foi apagada.
O que você acha que a diretoria tricolor deveria fazer com Cueva?