
Maicosuel apareceu nacionalmente no Paraná, mas, antes de ir para Curitiba, em 2005, atuou pelo Atlético Sorocaba, clube que era administrado pelo reverendo sul-coreano Sun Myung Moon, líder da Igreja da Unificação, e que fechou o departamento de futebol profissional em 2016. Mas foi lá que o atacante conheceu Pintado, hoje auxiliar técnico do São Paulo. "O Pintado é um pai que tenho no futebol. É íntegro, ninguém fala mal dele, só isso mostra o caráter dele", declarou.
Comprado por Flamengo e Cruzeiro ao mesmo tempo

Em 2006, Maicosuel foi o destaque do Paraná, que se classificou à Libertadores. E acabou alvo de uma negociação bem curiosa: Cruzeiro e Flamengo pagaram US$ 650 mil cada um para dividirem 60% dos seus direitos econômicos, e ele atuaria no time mineiro em 2007, e no carioca em 2008. Logicamente, o que foi combinado não se confirmou, porque nem o Cruzeiro nem o próprio jogador toparam a ida ao Rio de Janeiro ao fim de 2007, e a Raposa teve de fazer novo acordo com o Rubro-Negro.
Passagem meteórica pelo rival
Na metade de 2008, Maicosuel estava encostado no Cruzeiro e a investidora Traffic o comprou para colocá-lo no Palmeiras. Ele estreou fazendo gol, na vitória por 3 a 1 sobre o Fluminense. Mas nunca mais balançou as redes e saiu no fim do ano, quase sem ser percebido.
Nasce o Mago
Maicosuel trocou o Palmeiras pelo Botafogo, logo ganhou a camisa 10 e, na estreia, conquistou a torcida: fez os dois gols da vitória por 2 a 1 sobre o Boavista, na primeira rodada do Carioca. Ali, virava o Mago Cruel. "Fiz dois gols e os torcedores me rotularam como Mago. Mas não me considero mago, é uma responsabilidade muito grande. Só que é um apelido carinhoso que me deram", lembrou.
Vilão na Itália
Maicosuel foi tão bem no Botafogo que, em julho de 2012, a Udinese pagou cerca de R$ 13 milhões para levá-lo. Ele fazia parte dos planos do clube de jogar a Liga dos Campeões, mas, nas fases preliminares, deu uma cavadinha ridícula que eliminou o time. No vídeo acima, você pode ver ele falando do lance arriscando o italiano.
Moicano, sim; rock, nem pensar

O atacante é bastante eclético, como mostrou ao longo da carreira, mudando o corte e até a cor de seus cabelos, incluindo um moicano. Mas que não pensem que tudo o agrada. "Sou eclético, gosto de tudo. Menos rock", disse ao jornal Extra, em 2012.
Tatuagem do Mickey

É difícil de enxergar, mas, entre as muitas tatuagens de Maicosuel, uma é do Mickey Mouse. "Tatuagem é um hobby que tenho. E tatuei o Mickey porque é um personagem que gosto, ainda mais por causa das minhas filhas", explicou.
E acostumou-se a ser campeão
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