Reforço do São Paulo tem carreira cigana e marcada por oscilação

Fonte UOL
Foto: José Eduardo Martins/UOL
Apresentado com a camisa 7, Maicosuel foi registrado e rapidamente relacionado pelo São Paulo para a partida desta quinta-feira, diante do Vitória, no Morumbi. Sem render o esperado no Atlético-MG, o meia-atacante chega ao clube paulista como aposta para atuar pelos lados ou pelo meio, substituindo Luiz Araújo, vendido ao Lille (FRA), ou fazendo sobra a Cueva, que é frequentemente convocado para a seleção peruana e caiu de produção depois de uma lesão em abril.

Com salários próximos ao teto são-paulino e um contrato de três anos, o jogador de 30 anos chega cercado de expectativas. Para atingi-las, precisará espantar o que mais atrapalhou sua carreira: a irregularidade. Maicosuel é um andarilho da bola que atuou em sete clubes diferentes e alternou anos brilhantes com passagens totalmente apagadas.
A melhor fase da carreira aconteceu em 2009, com a camisa do Botafogo. Artilheiro, líder em assistências e melhor jogador do time no campeonato, Maicosuel explodiu depois de passagem muito apagada pelo Palmeiras, e foi contratado pelo Hoffenheim, da Europa. No Velho Continente, teve oportunidades, fez alguns gols, mas não se firmou.
A passagem europeia começou uma tendência na carreira do meia, que colecionou passagens com alguns momentos de brilho, mas sem recapturar a forma de 2009. Uma volta ao Botafogo rendeu uma segunda chance na Europa, na Udinese, da Itália, onde ficou marcado por um pênalti perdido que eliminou o time Italiano da Liga Europa –Maicosuel tentou uma "cavadinha", sem sucesso. A passagem durou pouco, também por causa da ousadia, e o retorno ao Brasil veio em 2014.
Os últimos anos com a camisa do Atlético-MG são um retrato do que foi a carreira do novo camisa 7 do São Paulo: Maicosuel foi fundamental em 2014, marcando contra o Flamengo nas semifinais da campanha que resultou em título na Copa do Brasil. Em 2015, começou bem o Brasileirão, mas acabou sendo emprestado ao Sharjah, dos Emirados Árabes.
Nos últimos dois anos, lesões o atingiram em momentos-chave, quando começava a ganhar sequência no time titular. Foi assim em 2016, ao retornar do Oriente Médio. Neste ano, o meia começou apenas cinco partidas, e sabe que, para triunfar no Morumbi, precisa encontrar estabilidade para tentar repetir o desempenho que teve com a camisa do Botafogo.
"Andei oscilando um pouco. Ninguém entra para jogar mal e perder, mas acontece. Tenho status de bom jogador por alguma coisa que fiz. Em todos os clubes tentei dar o melhor. Às vezes, consegui. Oscilei um pouco. Espero retomar no São Paulo o status de bom jogador, incisivo, de jogadas e sem oscilar e sem lesões. Espero ser um grande jogador de novo", disse, em sua apresentação.
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