"O que mostra que estou no caminho são os 45 gols feitos até agora. As convicções são de um time que ataca bem, que vai tentar se recompor mais rápido. O que mais importa são as eliminações, mas a campanha em si não é das piores. As eliminações, sim, são preocupantes no sentido de que não conseguimos chegar. Nos resta o Brasileiro e temos que focar", afirmou após o empate por 1 a 1 com o Defensa y Justicia, resultado que eliminou o São Paulo na primeira fase da Copa Sul-Americana.
Para o comandante, a eliminação para um time sem tradição não é vergonhosa. "Não acho que foi vexame, mas quem quer que fosse o adversário, a gente vem aqui sempre para vencer os jogos. De 12 partidas aqui, perdemos duas já. Desta vez não perdemos, mas não conseguimos a classificação. O adversário é um time bem armado taticamente", comentou.
Ceni evita falar que se não fosse um ídolo do clube, talvez já estivesse fora dos planos no São Paulo. Para ele, o que está sendo avaliado é seu trabalho como um todo. "As pessoas analisam o trabalho do dia a dia e a dedicação que tenho. Fomos eliminados em três competições e disputamos fases decisivas em dias sequenciais. Pressão sempre existe, é natural", concluiu.