Outros jogadores citados no escândalo para conseguir a nacionalidade italiana são o atacante Eduardo Sasha, do Internacional, e Guilherme Lazaroni, do RB Brasil. A ordem de prisão, ainda de acordo com a Ansa, partiu do juiz do Tribunal de Nola, em Nápoles, após um pedido da Procuradoria da República.
O Palermo publicou uma nota em seu site oficial na qual informa que não tem qualquer conhecimento sobre o caso, e que "não tem qualquer relacionamento com as partes envolvidas na investigação". O clube informou ainda que cabe ao jogador Bruno Henrique, que apresenta cidadania italiana, esclarecer às autoridades sobre os questionamentos que serão feitos na investigação.