- Vejo muito pouco, porque não tenho os canais, mas tem muitos jogadores argentinos lá e os resumos passam muito na Argentina. É um campeonato muito lindo e competitivo - disse.
- Conheço o São Paulo, pois muitos jogadores argentinos jogam lá. O Buffarini é um amigo meu. Jogamos juntos quando éramos muito jovens, e por causa dele eu acompanho (o São Paulo) um pouco mais - completou Pastore.
Além do lateral-direito Buffarini, o São Paulo conta com mais dois argentinos, os atacantes Lucas Pratto e Andres Chavez. Buffarini e Pratto atualmente fazem parte da seleção hermana, comandada por Edgardo Bauza, que por sinal também foi técnico do clube paulista recentemente, antes de assumir a Argentina. Pastore, por sua vez, está ausente da seleção neste momento por ter enfrentado uma série de lesões. Sobre isso, ele garantiu que está melhor.
- Estou pronto. Passei muito tempo sem jogar por conta das lesões, mas agora me sinto muito bem. Este jogo foi uma prova muito boa, pois joguei os 90 minutos e me senti bem fisicamente. Por esse lado, estou muito contente - disse, após a vitória por 1 a 0 sobre o Nancy no último sábado, pelo Campeonato Francês.
Aos 27 anos, Pastore é um dos jogadores mais populares do PSG e tenta enfim conseguir uma boa sequência de jogos para recuperar espaço no time titular do técnico Unai Emery. Ele está à disposição para o duelo desta quarta-feira contra o Barcelona, mas deve ficar no banco de reservas - a tendência é que o meio-campo tenha Thiago Motta, Matuidi e Verratti, e que as pontas tenham Draxler e Di María. E apesar da goleada de 4 a 0 conquistada em Paris, o argentino pede que o PSG tenha cautela no Camp Nou.
- Nada está decidido. O Barcelona ganhou muitas vezes de 4 a 0 ou mais em casa. Temos que estar muito atentos e tranquilos, sabendo que temos de jogar para fazer um gol e tratar de aumentar a diferença - declarou.