Cueva assinou nesta quarta-feira um novo contrato com o São Paulo, que terá validade a partir da metade do ano. O acordo, com validade de quatro temporadas, garantirá um aumento salarial e, principalmente, aumentará o valor da multa rescisória.
Para tirar Cueva do Morumbi a partir de junho, serão necessários 40 milhões de euros. A atual multa é muito menor e preocupava a diretoria diante do assédio de grandes clubes europeus – o nome do peruano foi especulado, por exemplo, pelo Bayern de Munique em janeiro.
O novo vínculo também vai garantir um belo reajuste a Cueva: o meia passará a ganhar R$ 350 mil por mês, contra os R$ 200 mil atuais.
Titular absoluto desde o segundo semestre do ano passado, Cueva superou a desconfiança que marcou sua chegada. Contratado por R$ 8 milhões durante a pausa entre as quartas e as semifinais da Libertadores, o meia causou indiretamente a saída de Luiz Cunha da diretoria de futebol.
Na oportunidade, Luiz era contrário à compra do jogador, porque ele não poderia ser inscrito para a reta final da Libertadores – o peruano havia jogado pelo Toluca, do México, na mesma edição. O diretor queria que o investimento fosse direcionado na aquisição de Maicon, emprestado pelo Porto.