Na vitória por 3 a 2 do Santos sobre o Red Bull Brasil na manhã do último domingo (12), os jogadores começaram a se saudar no momento em que o arranjo do hino nacional dá uma pausa para o início da segunda parte. O serviço de som do estádio do Pacaembu seguiu com a reprodução, mas logo em seguida interrompeu.
Já no confronto entre São Paulo e Ponte Preta, também de domingo, os primeiros atletas do Tricolor, posicionados perto do trio de arbitragem, começaram a se movimentar para cumprimentar o time de Campinas antes do encerramento do hino. Rodrigo Caio percebeu e puxou os colegas de elenco para continuar o protocolo.
A Federação Paulista de Futebol até se pronunciou nas redes sociais depois da sequência de equívocos. "O hino nacional tocado na íntegra antes dos jogos do Paulistão não é determinação da FPF, mas uma nova lei federal", escreveram no Twitter.
De acordo com a Lei 13.423/2016, aprovada em dezembro do ano passado, o hino nacional deverá ser tocado integralmente na abertura de competições nacionais que integram o Sistema Nacional de Desporto, dentre elas, as ligas regionais.
Os políticos que redigiram a nova norma acreditam que a reprodução integral do hino brasileiro despertará um sentimento de patriotismo maior em relação à canção do país, assim como ocorre em outras nações.
O Hino Nacional tocado na íntegra antes dos jogos do Paulistão NÃO é determinação da FPF, mas uma nova lei federal: https://t.co/MwXTyI1hn3
— FPF (@FPF_Oficial) 12 de fevereiro de 2017