"Não desistimos do Calleri. Trata-se de uma negociação difícil mas o interesse no jogador continua", afirma o presidente tricolor.
O West Ham, para quem Calleri foi emprestado até junho, não quer a permanência do atacante. Em seis meses, ele disputou apenas nove partidas. Sua última aparição na Premier League foi em 22 de outubro.
Porém, os investidores que o compraram por R$ 40 milhões do Boca Juniors, em dezenbro de 2015, pretendem manter Calleri na Europa. O temor é de que o retorno para América do Sul desvalorize o camisa 9.
Ao São Paulo, restará torcer para que nenhum clube consiga tirar Calleri do West Ham até 31 de janeiro, quando fecha a janela de transferências na Europa. Desta maneira, os investidores não teriam outra possibilidade que não colocar o argentino no São Paulo.
A proposta de Leco, já aceita pelo pai de Calleri, é de empréstimo por 18 meses. O Tricolor ficaria com o atleta de graça por seis meses e arcaria com o empréstimo pelos 12 meses finais.
Leco reconhece a necessidade da contratação de um centroavante, mas admite dificuldades com o mercado atual. "Estamos tentando, mas não está fácil", reconhece o presidente, que não quer gastar muito dinheiro.
Desde dezembro, o São Paulo já tentou fechar com o Nilmar, que está no mundo árabe, e Christian Colmán, atacante do Nacional, do Paraguai. As tratativas com Calleri foram retomadas no início deste ano, depois de o atacante pedir para voltar ao São Paulo.
Calleri esteve no Morumbi por seis meses e foi artilheiro da última edição da Libertadores da América, com nove gols.