- Primeiro ponto que vale ressaltar é que o Fluminense não emprestou o Cícero. O clube iniciou um processo de rescisão com o atleta, já que na avaliação da comissão técnica e também da diretoria o jogador não se encaixa no perfil pretendido para o time. É uma decisão interessante para o Fluminense e também para o atleta. A saída dele não envolve a capacidade técnica do jogador e sim a mudança de perfil para o futebol - disse Abad.
A saída de Cícero tem como objetivo o alívio da folha salarial do elenco profissional. Apesar de ter sido o artilheiro do Flu em 2016, com 16 gols em 63 partidas, o jogador tinha um dos salários mais altos do elenco e não faz parte dos planos da nova comissão técnica do clube.
Na última quinta-feira, o tricolor paulista anunciou oficialmente a contratação de Cícero, que foi um pedido do novo técnico Rogério Ceni. O negócio, entretanto, não é nos moldes do que foi anunciado. Na rescisão contratual, o Fluminense pagará um valor não divulgado ao atleta de maneira parcelada, deixando-o livre no mercado. Assim, portanto, não haverá nem empréstimo nem pagamento de parte dos vencimentos do jogador no clube paulista.
* Estagiário sob supervisão de Edgard Maciel de Sá.