A transição de um júnior para o profissional carrega uma alta dose de incerteza. Muito maior que a de um médico ou engenheiro. Uma empresa que contratar um futuro profissional baseado em seu currículo escolar tem uma grande chance de acertar. Por que um aluno exemplar de Medicina não será um bom médico? Por que alguém com ótimas notas em Engenharia irá derrubar prédios após a formatura? O mesmo vale para todas profissões liberais?
Com jogador, é diferente. O garoto bom de bola na base pode fracassar em cima. É comum. Um exemplo comum é a perda da vantagem física. Um centroavante forte deixará de fazer muitos gols se deixar de ser mais forte que os outros. Há outras causas. É comum um jogador começar a render apenas depois de um bom tempo de adaptação. Há gente dispensada que vai render depois, em outro time.
Os clubes precisam fazer de tudo para facilitar a transição. Para errar menos. Para errar o menos possível.
O São Paulo e Rogério Ceni acertaram ao promover todos os garotos do sub-20 que estouraram a idade. A turma de 96, muito talentosa. Foguete, Tormena, Kal, Júnior, Araruna e Gabriel participarão da pré temporada com os profissionais. Terão um mês de treinamento junto ao novo técnico. Só a partir daí, terão seu futuro definido. Ficam para o Paulista? Ou serão inscritos no Brasileiro? Serão emprestados?
Mesmo assim, erros poderão acontecer. Sim, é claro. Mas algo foi feito para diminuir a possibilidade
Ceni aposta na diminuição de erros na base
Fonte Blog do Menon
27 de Dezembro de 2016
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