Cícero é aprovado pelo técnico Rogério Ceni e foi elogiado pelo diretor-executivo Marco Aurélio Cunha, de saída em janeiro de volta para a CBF. Mas os salários são justamente o maior empecilho para a negociação. Hoje, são incompatíveis com o teto estabelecido no Morumbi, de aproximadamente R$ 400 mil. Por outro lado, o próprio Flu vê a saída como uma possibilidade de aliviar a folha salarial. Por mais que tenha jogado diversas vezes como volante, o camisa 7 terminou a temporada 2016 como o principal artilheiro do Fluminense. Fez 16 gols em 63 jogos.
– O Rogério lembrou do Cícero, que jogou com ele. É um jogador interessante, porque faz várias funções, chega bem à frente. É um jogador que poderia nos ajudar, até para alavancar os garotos. Mas tem um problema salarial, uma questão de negócio, mais difícil de ser realizada. Em todos os times em que ele jogou, ele foi bem. Não vai ser a salvação do São Paulo, mas dá uma arrumadinha. O Renato para o Santos, quanto significa? Olha o que o Renato faz pelo Santos. São jogadores que são ótimos como pessoas, trabalham bem, são eficientes. Acho difícil (a negociação) poder dar certo, mas é um jogador interessante – disse Marco Aurélio.
De férias nos Estados Unidos, o volante Wellington foi elogiado pelo técnico Abel Braga, com quem trabalhou no Internacional. O treinador admitiu tê-lo indicado para a nova diretoria do Flu, que será empossada na noite desta terça-feira. O jogador fez três partidas nesta temporada, depois de uma suspensão por doping e de se recuperar de uma grave lesão no joelho.
Cícero, de 32 anos, tem contrato até dezembro de 2018 com o Fluminense e jogou pelo próprio São Paulo em 2011 e 2012. Wellington, de 25 anos, tem vínculo até outubro de 2018.