O São Paulo não está mais sozinho na briga pelo atacante Cristian Colman. O SPFC.Net apurou que a Udinese, da Itália, se dispôs a pagar US$ 2 milhões por 100% dos direitos econômicos do jogador, que pertence ao Nacional, do Paraguai. A oferta tricolor é de US$ 1 milhão.
Mas há uma diferença básica: os italianos querem ficar com 100% dos direitos econômicos, enquanto o São Paulo pretende adquirir apenas os 50% que pertencem ao Nacional. Ou seja, na teoria, as propostas têm o mesmo valor.
O grupo de investidores que detém os outros 50%, que não seriam alterados caso Colman fosse para o São Paulo, já declararam que não se importam de permanecer com a quantia. Eles entendem que o artilheiro, de 22 anos, pode se valorizar no Morumbi e fazer com que metade dos direitos econômicos valha bem mais do que US$ 1 milhão em pouco tempo.
Desta maneira, a decisão final sobre o futuro de Colman ficará para o próprio jogador. O empresário que o representa em território brasileiro garante que Colman adorou a ideia de atuar em um clube tricampeão mundial, e com a possibilidade de ser comandado por Rogério Ceni. Desta maneira, o otimismo ainda impera no São Paulo.
Colman foi "descoberto" por Rogério Ceni durante uma série de pesquisas no mercado sul-americano. O ex-goleiro contou com a ajuda de dois analistas de desempenho contratados pelo Tricolor ao longo da temporada do Corinthians. A busca levou em conta uma série de critérios, como idade, custo, histórico, comportamento fora de campo...