A primeira conversa causou expectativa na diretoria tricolor. É que Jucilei deixou claro seu sonho de vestir a camisa da seleção brasileira e entende que as chances com Tite podem se tornar reais caso ele volte a jogar no país.
O contrato do volante com o time chinês só termina em 30 de junho de 2019. A maior dificuldade no momento é convencer a antiga equipe de Cuca e Mano Menezes a liberá-lo por empréstimo, já que o Tricolor não tem dinheiro para comprá-lo em definitivo. O pior é que Jucilei não ocupa vaga de estrangeiro na China – ele se naturalizou palestino e joga na vaga dos asiáticos.
Essa não é a primeira investida do São Paulo em Jucilei. Dois anos atrás, o clube tentou contratá-lo do Al Jazira, dos Emirados Árabes Unidos. Porém, o carioca de 28 anos havia acabado de trocar o Anzhi, da Rússia, pelo futebol no mundo árabe em troca de muitos milhões de dólares.
Fora do Brasil há cinco temporadas, Jucilei já fez o pé de meia dele, dos filhos e dos netos. Em todos os clubes em que jogou, assinou contratos mais vantajosos do que os de muitos brasileiros com fama, que atuam em grandes times da Europa. Depois de Anzhi e Al Jazira, ele se transferiu para o Shandong em julho do ano passado.