Deficiência do ataque do São Paulo, explica instabilidade em 2016

Fonte UOL Esporte
Rodrigo Caio ter se lançado ao ataque de forma desesperada para marcar o gol da vitória do São Paulo sobre o Juventude tem um significado importante. O ataque tricolor tem números ruins nesta temporada, principalmente em comparação a 2015. E foi justamente essa deficiência que atrapalhou a classificação da equipe para as quartas de final da Copa do Brasil - como perdeu por 2 a 1 no Morumbi, o time paulista foi eliminado mesmo vencendo por 1 a 0 em Caxias do Sul.
Para avançar, era preciso vencer por dois ou mais gols de diferença. O problema é que isso aconteceu em apenas oito partidas em 2016: 4 a 0 no Água Santa, 2 a 0 no Novorizontino e 2 a 0 no Mogi Mirim pelo Paulistão, 6 a 0 no Trujillanos (VEN) e 4 a 0 no Toluca (MEX) na Libertadores, 2 a 0 no Vitória, 3 a 0 no América-MG e 3 a 1 sobre o Figueirense pelo Brasileirão.
No ano passado, quando o time alcançou as mesmas 59 exibições que tem neste momento, o número era bem maior: 20 vitórias por dois ou mais gols. A diferença também é nítida se forem computados todos os jogos em que a equipe foi às redes por mais de duas vezes. Em 2016, foram somente 14 confrontos com placares mais recheados, contra 27 da última temporada.
O desempenho atual é de 69 gols em 59 partidas, resultando em média de 1,16 tento por jogo. Em 2015, os tricolores já haviam marcado 88 vezes quando alcançaram 59 exibições na temporada - chegou ao número em 30 de setembro, no empate em 1 a 1 com o Vasco da Gama, que levou o time à semifinal justamente da Copa do Brasil.
Outro sintoma está na divisão dos gols. O argentino Jonathan Calleri e o meia Paulo Henrique Ganso, que deixaram o São Paulo em julho, têm 16 e sete gols, respectivamente, e ainda são os artilheiros da equipe. O terceiro posto está com Andres Chavez, que tem seis tentos em 12 partidas e diante do Juventude alcançou três jogos sem balançar as redes.
No Brasileirão, a equipe tem o quinto pior ataque, com apenas 27 gols e à frente só de América-MG (18), Figueirense (24), Internacional e Atlético-PR (26). Comparando Ricardo Gomes com Edgardo Bauza, o argentino leva a melhor no geral. Foram 59 gols em 49 jogos com Patón (média de 1,2), contra oito em oito partidas de Ricardo Gomes (média de um). Só na Série A, o argentino viu 19 tentos em 18 exibições, contra seis em seis do atual treinador.
Avalie esta notícia: 3 0
VEJA TAMBÉM
- Reviravolta! Arboleda pode ser reintegrado ao São Paulo após conversa com Dorival
- DEU TRETA! A QUEDA POLÊMICA DE RUI COSTA NO SÃO PAULO CAUSOU NOS BASTIDORES
- RETORNO À EUROPA? Lateral recebe proposta milionária da Turquia e se aproxima de adeus ao São Paulo
- QUASE 300 MILHÕES?! Ticketmaster pode injetar grana astrônomica no SPFC e transformar finanças
- Rafinha assume interinamente futebol do São Paulo após saída de Rui Costa


URGENTE! Dorival Júnior é o novo técnico do São Paulo

Comentários

Nenhum comentario!
Enviar comentário
Para enviar comentários, você precisa estar cadastrado, clique Aqui. Para fazer login, clique Aqui.

Próximo jogo - Brasileiro

Sáb - 17:00 - MorumBIS -
São Paulo
São Paulo
Botafogo
Botafogo

+Lidas Notícias

LogoSPFC.net
©Copyright 2007 - 2026 | SPFC.net