Entenda o que representaria uma virada do São Paulo em Caxias do Sul

Fonte Globo Esporte
Você, torcedor, leu nos últimos dias aqui no GloboEsporte.com o que o São Paulo precisa para eliminar o Juventude, no Alfredo Jaconi, pelas oitavas de final Copa do Brasil: vencer por dois gols de diferença, ou por um, desde que marque três ou mais vezes (exemplo: 3 a 2, 4 a 3 e etc). Uma vitória por 2 a 1 leva a decisão da vaga para os pênaltis.
A classificação do Tricolor, então, não é uma missão impossível, mas os resultados e o rendimento do time em 2016 mostram o do que representaria uma virada nesta quinta-feira, às 21h30 (de Brasília).
Saldo de gols
Em 58 jogos no ano (21 V, 15 E e 22 D), o São Paulo venceu por mais de um gol de diferença oito vezes. Três no Paulistão (4 a 0 no Água Santa, 2 a 0 no Novorizontino, e 2 a 0 no Mogi Mirim), três no Brasileirão (3 a 1 no Figueirense, 3 a 0 no América-MG, e 2 a 0 no Vitória) e duas na Taça Libertadores (4 a 0 no Toluca, e 6 a 0 no Trujillanos). Todos esses resultados foram conquistados como mandante.
Placar insuficiente
O Tricolor venceu quatro jogos fora de casa em 2016: bateu Botafogo, Cruzeiro e Cerro Porteño (em amistoso), todos por 1 a 0, placar que daria a vaga ao Juventude, e Santa Cruz, por 2 a 1, resultado que levaria a decisão para os pênaltis. Ou seja, nenhum placar conquistado como visitante em 2016 serviria para classificar o São Paulo no tempo normal.
A última vitória por mais de um gol de diferença fora do estado foi contra o Ceará, por 3 a 0, no Castelão, em Fortaleza, justamente nas oitavas de final da Copa do Brasil, no dia 26 de agosto de 2015. O técnico era Juan Carlos Osorio, hoje no México, e Rogério Ceni, agora aposentado, era o goleiro – fez o primeiro gol, de pênalti.
Visitante no mata-mata
O São Paulo não venceu nenhum duelo de mata-mata como visitante em 2016. Foram cinco jogos, quatro derrotas (Audax, Toluca, Atlético-MG e Atlético Nacional) e um empate (César Vallejo). Apesar disso, duas das vezes em que saiu derrotado o Tricolor levou a classificação: contra Atlético-MG (2 a 1) e Toluca (3 a 1), pela Libertadores.
E os pênaltis?
O técnico Ricardo Gomes trabalhou cobranças de pênaltis com os jogadores na última quarta-feira, no CT da Barra Funda. Neste ano, o desempenho não é animador: em 13 tentativas foram cinco acertos e oito erros, dos quais dois viraram gols de rebote. O último erro foi de Chavez, na vitória por 1 a 0 sobre o Cruzeiro, na última quinta-feira, no Morumbi.
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