Hoje coordenador de futebol feminino da CBF, Marco Aurelio Cunha rebate apontando não haver nenhum entrave caso aceite um cargo remunerado no São Paulo mesmo sendo conselheiro. E cita como exemplo o período em que foi superintendente de futebol entre 2008 e 2009 quando recebeu salários.
A oposição, entretanto, será grande a Cunha caso aceite o cargo já que ele não é unanimidade no Conselho do clube. Membros do órgão lembraram até o caso do atual diretor do estádio do Morumbi, José Gonçalves, que teve que renunciou ao Conselho para poder assumir o cargo, em 2004.
Veja abaixo o trecho do Estatuto do São Paulo que conselheiros apontam ter conflito caso Cunha volte a ser dirigente do clube.
