
A mudança, já amplamente discutida no conselho deliberativo, é apenas uma das atualizações que o novo texto deve conter. Para aderir ao PROFUT, era a necessária a reforma do documento:
- O objetivo da comissão é modernizar o estatuto e não a gestão. A gestão é um dos itens a serem modernizados, como os controles internos, transparência, desenvolvimento de regras - explica Marcelo Puppo, presidente do conselho deliberativo.

Entre outras mudanças importantes estão a restrição de quatro anos de mandato para o presidente e a proibição de antecipação de receitas posteriores ao mandato da atual administração. Além disto, o conselho deve votar uma autorização permanente para que o clube tenha um terceiro uniforme - atualmente, isto é vetado pelo estatuto.
- Entendo que um novo estatuto é ferramenta fundamental para a definição de normas, que além de traçar os rumos a serem seguidos pelo clube, ajudarão a prevenir e combater situações de descontrole administrativo, financeiro e ético - continua Puppo.
- O novo texto, no meu entender, deve conter regras de compliance e governança corporativa, que contribuirão com a profissionalização da gestão, a busca pela transparência e, principalmente, com a adequação da estrutura do São Paulo a um mundo corporativo moderno - completa o dirigente.
