Bola Cheia e Bola Murcha – São Pulo 2 x 1 Oeste – por lokotricolor

Fonte SPFC.Net
Olá, Nação tricolor.
Depois de muita espera, eis que voltamos para a nossa bela casa. Palco de imensas glórias e conquistas, lugar em que sempre fomos fortes. Porém, a reforma, o anseio, a história e a inspiração deste lugar sagrado deveriam ser suficientes para entusiasmar mais o time atual. Confesso que esperava mais futebol contra um adversário, agora, rebaixado no Paulista. Mas vitória é vitória, e precisávamos.
O jogo começou movimentado, mas sem inspiração. A bola rolava no novo gramado do Morumbi sem muitas interrupções por faltas, o que levava à falsa impressão de um primeiro tempo bastante criativo. No entanto, novamente, como sempre, a posse de bola superior do tricolor não se transformava em gols, e muito menos em oportunidades. Foi mais do mesmo.
Depois de muito toque de lado, de incontáveis bolas alçadas na área sem qualquer perigo, eis que surgia a primeira chance tricolor em boa infiltração do Mena pela esquerda. Após isso, o Oeste que apenas observava a falta de objetividade do São Paulo, resolveu abrir o placar utilizando-se da principal – e muitas vezes única – jogada do seu adversário, as decidas pela ponta. Só que no São Paulo, tal jogada demonstra-se ineficaz. Logo depois, o tricolor poderia ter chegado ao empate em um bate-rebate na área do Oeste, mas sem sorte.
No segundo tempo, o Bauza tirou o Daniel, que vinha muito mal, para colocar um ponta de verdade, Kelvin. A metodologia não mudou, mas a eficiência sim. E logo nos primeiros minutos muitas chances eram criadas pelo ar, mas, dessa vez, ao menos conseguíamos as conclusões. O gol de empate não poderia ter sido diferente. Na base do esforço, da repetição, contando com muita sorte, de canela, o Hudson conseguiu igualar o marcador se antecipando ao cruzamento do Bruno.
O segundo tempo se desenhava de forma melhor, tanto que conseguimos balançar as redes. Na melhor jogada feita pelo chão, com um belo passe em profundidade, Calleri entra livre na grande área e é derrubado. Pênalti. Mas todos sabem qual é o final de uma cobrança de pênalti do São Paulo. Absurdo. No fim, a valentia destrambelhada do time foi compensada, e com um zagueiro no ataque, fazendo papel de centroavante, a equipe finalmente chegou à vitória e aos três pontos importantíssimos.
Bola Cheia:
Hudson:
Embora sua posição fosse descartável diante da conjectura da partida (Kelvin poderia muito bem ter entrado em seu lugar ao fim do primeiro tempo por questões táticas - ainda bem que não), assumiu a responsabilidade no meio-campo e ajudou a equipe em TODOS os setores do campo, principalmente no ataque. Deixou o seu companheiro de posição (Thiago Mendes) como verdadeiro coadjuvante, que novamente pouco fez e foi substituído. Com tudo isso, foi coroado com um gol.
Morumbi: A volta da verdadeira casa tricolor não poderia ficar de fora. Como é bom ver o São Paulo Futebol Clube em seu lugar histórico. Que continue ficando cada vez mais lindo.
Valentia: Faltou tática, técnica, futebol, mas não faltou garra. Foi através do esforço que os três pontos foram conquistados. É lógico que ainda falta muita coisa, e se pararmos para analisar toda a partida, juntamente com a fraqueza do adversário, o sentimento de incerteza ainda paira no ar. Mas diante de tudo que acontece com o nosso time, não podemos desmerecer uma vitória, independentemente do modo que é conseguida.
Bola Murcha:
Bauza:
Simplesmente não consegue fazer este time jogar de maneira fluída. Ao invés de aproveitar as dificuldades de partidas anteriores como forma de aprendizado, começa a partida repetindo os mesmos erros. Sua forma tática não muda, e mesmo contra um adversário infinitamente inferior, vemos um Calleri totalmente isolado brigando contra um, dois, três marcadores e muitas vezes pelo alto. Desse jeito é fácil consagrar qualquer zaga adversária. A vitória veio, mas ela é tão somente dos jogadores que brigaram até o fim. Há muita coisa errada no São Paulo, e o Bauza não é nem de longe o principal culpado, mas poderia ajudar mais.
Daniel: Não acertou nada do que tentou. Na verdade, destruiu várias jogadas do próprio São Paulo. Ocasiões em que carregou a bola e a perdeu em demasia não foram poucas. Gostaria de vê-lo atuando mais próximo do Ganso, mais centralizado, mas não muda sua péssima partida.
Pênaltis: Um TIME PROFISSIONAL como o São Paulo não se pode dar ao luxo de perder tantos pênaltis como vem acontecendo. ISTO É UM VERDADEIRO ABSURDO! Ninguém treina?! Foi por causa de pênaltis perdidos que o São Paulo não está em uma situação mais confortável em ambos os campeonatos. Hoje, após a marcação do pênalti, vimos uns quatro jogadores cercando a bola para cobrarem. Por que o Sr. Bauza não define um cobrador?! Logo o Bauza que já venceu tantas decisões de pênaltis importantíssimas, vide Fluminense x LDU; Grêmio x San Lorenzo. ISTO É INADMISSÍVEL. E olhe que o goleiro adversário até baleado estava! Precisa de quê?! Um goleiro que esteja de olhos vendados?! Espero que o Sr. Bauza faça estes jogadores ficarem treinando até a perfeição nos pênaltis.
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