O atual gerente executivo, Gustavo Vieira de Oliveira, atua no futebol do São Paulo Futebol Clube, desde julho de 2013. Iniciou suas atividades como gerente remunerado, acompanhando a equipe na desastrosa excursão pela Europa/Ásia para a Audi Cup, Eusébio Cup (único ‘título’) e Copa Suruga.

O atual dirigente sempre foi elogiado por suas habilidades como advogado, sua competência em negociação de contratos é um fato.
Entretanto, desde que assumiu seu cargo no futebol do Triciolor, jamais provou a mesma habilidade como nas ciências jurídicas.
Assim, como o ex-diretor Rubens Moreno, demitido de seu cargo na última sexta-feira (18/03/2016) se mantém no departamento de futebol por 03 gestões (Juvenal, Aidar e Leco). Veja os detalhes na matéria de Layla Reis.
O período citado compreende a campanha do quase rebaixamento no Brasileirão de 2013, e boa parte da temporada de 2015, o ano da vergonha Tricolor.

O cartola foi demitido, em maio de 2015, pelo ex-Presidente, Carlos Miguel Aidar, que dizia não confiar em Gustavo. Posteriormente, foi reconduzido ao cargo, quando o Presidente Leco assumiu interinamente a gestão do clube. A remuneração é praticamente QUATRO vezes maior (R$ 120 mil reais) que na época de seu desligamento, ainda, com direito a um percentual sobre o lucro (3% de bonificação) na negociação de atletas contratados por ele ou não.
O gerente executivo ‘balançou’ no cargo. No fim da última temporada, junto com seu ex companheiro de diretoria, Ataíde Gil Guerreiro, ganhou uma SEGUNDA chance para provar sua competência na janela de transferências de janeiro. As negociações já são conhecidas, seis atletas foram contratados, sendo: 3 defensores e 3 atacantes e nenhum meio campista como solicitado pelo técnico que ele mesmo escolheu. E, se considerar a inexplicável negociação do atacante Kieza, que deixou o clube após DUAS partidas disputadas, o número de reforços cai para cinco, sem contar os contratos temporários de Calleri e Maicon.

Apesar de ser advogado é uma figura extremamente introspectiva, evita ao máximo aparecer e falar aos microfones. Assim como o ex diretor, Rubens Moreno, seus discursos são breves em apresentação de jogadores. E não se ouviu qualquer palavra sua, pós-jogo, em vexames como os 4x0, no Allianz Parque, 6x1, de Itaquera, entre outros.
Por fim, especula-se que seja ele o responsável pela manutenção de alguns atletas problemáticos como o meia Michel Bastos entre outros.

E ai torcedor, com todos esses fatos, você concederia ao gerente Gustavo Vieira de Oliveira uma TERCEIRA chance?
OBS – O cargo de gerente executivo é permitido para ex atletas e outros profissionais do mercado.