
Os valores giram em torno de 20 e 23 milhões de reais ao ano. E um acordo com o banco estatal, pode ser facilitado pela eventual não renovação de contrato com o rival Corinthians, que pede o valor de 37 milhões para continuar estampando a marca em sua camisa.
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Não é de hoje que as Instituições vislumbram um acordo, segundo fontes de bastidor, só não se concretizou por supostas exigências de um ex dirigente rival.

É fato, que apesar das renegociações de dívidas e o acordo com a Joli e a Fiap, o Tricolor ainda continua com seu caixa deficitário. A prova disso foi a extrema dificuldade que o clube encontrou para realizar as contratações dessa janela.
Demais disso, a adesão de torcedores ao plano de sócio torcedor que cresceu consideravelmente na época de seu relançamento deu uma estagnada do final de 2015 até esse início de ano.
Outras fontes de renda com patrocínio como; mangas, calção, também estão sendo estudadas e negociadas.
E você torcedor; qual a sua opinião sobre o eventual acordo de patrocínio com a Caixa?