
Assim como ocorre com a lateral esquerda, o elenco está inchado com muitos atletas: Bruno, Auro, Caramelo, Lucas Farias que esta negociando sua saída, sem contar Luís Ricardo que já saiu e o volante Hudson que por algumas oportunidades atuou no setor.
Em nosso último título (2012) o zagueiro Paulo Miranda, que atualmente joga na Áustria, “quebrou um galho” na posição com alguma regularidade. Todavia, devemos considerar a grande ajuda vinda de Lucas, jogando avançado naquele setor do campo.
O titular da posição na última temporada, Bruno, não agrada ao novo comandante Edgardo Bauza, que já fez críticas ao desempenho do atleta, sobretudo, na parte defensiva. A desconfiança da torcida somada ao diagnóstico feito pelo técnico argentino obriga diretoria são paulina buscar um reforço para a posição.
Cogitado desde meados de 2015, o argentino Julio Buffarini, é uma das possibilidades, mesmo tendo renovado seu contrato com o San Lorenzo há pouco tempo.

É preciso lembrar que o mesmo, poderia ser jogador do São Paulo, desde julho de 2015. Na época, o atual gerente executivo Gustavo Vieira de Oliveira, havia negociado com atleta e clube. E apenas aguardava pela abertura da janela para concretizar o negócio. Entretanto, o ex-presidente renunciado Carlos Miguel Aidar, demitiu Gustavo, e seu sucessor José Eduardo Chimello não deu andamento à negociação.
Com a contratação de El Patón, o antigo comandado voltou a ter seu nome cogitado para tentar suprir a carência do setor.
Na última temporada o lateral/volante disputou 56 jogos e anotou 03 gols.

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O “concorrente” não é uma das opções cogitadas pela diretoria. Na verdade, o veterano lateral (35 anos) tenta viabilizar um possível retorno através de declarações na imprensa.

Cicinho não pôde comparecer à festa de despedida do amigo Rogério Ceni, devido ao impedimento de seu atual clube o Sivasspor, da Turquia.
Desde então, acompanhou o clamor da torcida, para o retorno de Diego Lugano, e tenta agora tenta convencer diretoria e torcida que merece uma terceira chance.
Diferente do xerife uruguaio que aguardou quase 10 anos para retornar ao Clube, Cicinho teve sua segunda chance, em 2010. A pífia passagem foi marcada por péssimas atuações, condições físicas, causadas pelo abuso do uso de bebidas.

O próprio jogador mostrou arrependimento e admitiu, algum tempo depois, que deixou a desejar naquela oportunidade.
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Na atual temporada seu time está entre os possíveis rebaixados do campeonato turco, ocupando atualmente a 16ª posição.
Até o momento disputou 17 jogos e não anotou nenhum gol.
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Considerando que possuímos outros três atletas que ainda não convenceram, qual seria sua atitude; traria de volta um antigo ídolo, ou investiria no jogador de confiança do atual técnico?
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