Os laterais Bruno e Carlinhos foram os primeiros a acertarem com o tricolor.


Em negociação praticamente simultânea a dos laterais, o São Paulo também acertou com o até então desconhecido Thiago Mendes, volante, ex Goiás. Que estava em tratativas com o rival verde, porém, preferiu vestir o manto sagrado de três cores.

Outro que teve história semelhante foi o meio campista, Daniel, ex Botafogo. O meio campista que se recuperava de uma cirurgia no joelho, foi objeto de disputa entre os rivais.

A defesa, ponto fraco da equipe recebeu por seis meses o zagueiro Dória, emprestado pelo Olympique de Marselha.

A grande contratação do início desta temporada foi Ricardo Centurión, o meia-atacante campeão argentino pelo Racing foi contratado através de um aporte financeiro do atual diretor de marketing, Vinicius Pinotti.

Se em 2014 a contratação polêmica foi Alan Kardec, num “chapéu” monstruoso no rival verde. Em 2015, a “sessão chapelaria” teve seu ápice por conta da contratação do volante Wesley, que sem custos, chegou ao tricolor após recusar renovação de contrato com o rival.

No segundo semestre, após não conseguir acerto com o Olympique, e ver o zagueiro canhoto retornando para a Europa. O São Paulo, em delicada situação financeira fez apostas mais modestas.
O técnico na época era o colombiano Juan Carlos Osorio, que indicou alguns atletas que pelo caos financeiro vivido não puderam ser contratados.

O então comandante teve que rever seus planos, subir muitos atletas da base e se contentar com as contratações do zagueiro canhoto, Luiz Eduardo do São Caetano, Rogério, atacante do Náutico e de seu compatriota o polivalente meia-atacante Wilder Guisao, emprestado pelo Toluca do México.

Para você torcedor, quais destes reforços foi o destaque e qual foi a decepção em 2015?