Pablo Forlán, Pedro Rocha, Dario Pereyra, e mais recentemente Diego Lugano, marcaram seus nomes na história do clube com grandes conquistas.
Outros uruguaios passaram também pelo tricolor paulista, sem conseguir tantos títulos ou atuações marcantes; Furtenbach, Matosas, Aguirre e até o início desse ano Álvaro Pereira.

Álvaro Pereira, ou Palito, apesar de não conseguir títulos, foi um dos destaques da equipe no ano passado. Contratado por empréstimo junto a Internazionale da Itália, em janeiro, logo se firmou como titular na equipe de Muricy Ramalho.
A dedicação nos treinamentos, garra e entrega nos jogos, atitude e uma dose de ”loucura”, logo conquistaram a torcida tricolor.

Defino como “loucura”, pois, quem poderia esquecer sua atitude e disposição em campo após uma concussão? E por mais de uma vez!

E como esquecer os mais de 16 mil Km percorridos após o amistoso de sua seleção para jogar pelo São Paulo, em Concepción, Chile, pela Copa Sul-Americana?
Por estas e outras, apesar de não ter levantado nenhuma taça, Palito Pereira, conquistou um lugar no coração da torcida.

Porém, no início desse ano quando procurou conversar com Ataíde Gil Guerreiro (mais uma vez ele) para tratar de sua transferência em definitivo, foi surpreendido pela falta de interesse do dirigente em tratar do assunto. Outro ponto que o desagradou foi o fato de perder sua suada e merecida titularidade para o recém-chegado Carlinhos, logo nos primeiros treinos.
Logo após a saída de seu grande amigo Osvaldo, para o mundo árabe, pediu para ser negociado. Inicialmente, foi cogitado na equipe do Boca Júniors, mas, acabou sendo liberado para o Estudiantes da Argentina.

Recentemente, fez coro pelo retorno do grande amigo Diego Lugano, e não descartou a possibilidade um retorno também.
“Tenho contrato até dezembro. Eles querem fazer uso da opção para que eu fique, mas o futebol muda muito. Por isso que eu nunca diria que não (voltar ao São Paulo). O ano que passei no clube eu fui muito feliz, e agradeço ao pessoal e aos torcedores, que me fizeram eu me sentir em casa. O tempo vai dizer (sobre o futuro), mas o Tricolor mora no meu coração.”
E você são paulino, gostaria da atitude e da garra de Álvaro Pereira de volta à equipe tricolor?