Desde a renúncia de Carlos Miguel Aidar que, torcida e oposição pressionam o São Paulo para que as denúncias contra o ex-presidente sejam apuradas e não venham acabar em pizza. Porém, o presidente do Comitê de Ética do São Paulo, Wilton Brandão Parreira Filho, em entrevista ao Folha de S. Paulo, revelou que não é possível prever um prazo para conclusão das investigações.
"Estamos fazendo a coleta de provas. Não está parado. É o que posso te garantir. Vou cumprir o compromisso de entregar uma conclusão ao Conselho. O que me angustia são as diversas formalidades que tenho de cumprir. Não é possível prever um prazo", disse o dirigente ao Folha de S. Paulo.
Ataíde, vice-presidente de futebol do São Paulo, já entregou o áudio que contém uma conversa em que Aidar fala sobre desvio de dinheiro do São Paulo em contratação de jogadores e em outros acordos feitos por ele durante sua gestão. No entanto, o conteúdo não será exposto, ficando sob posse do conselho para averiguações.
Sobre a comissão dos 18 milhões no contrato com a Under Armour, já se passou 6 meses e ainda não houve resultado.
Segundo Joandre Ferraz, membro da comissão criada para apurar o caso, algumas pessoas ainda estão sendo ouvidas para que um parecer final seja redigido.
Mesmo sofrendo pressão, São Paulo não tem prazo para apurar as denúncias contra Aidar
30 de Novembro de 2015
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