Mesmo sofrendo pressão, São Paulo não tem prazo para apurar as denúncias contra Aidar

30 de Novembro de 2015
Desde a renúncia de Carlos Miguel Aidar que, torcida e oposição pressionam o São Paulo para que as denúncias contra o ex-presidente sejam apuradas e não venham acabar em pizza. Porém, o presidente do Comitê de Ética do São Paulo, Wilton Brandão Parreira Filho, em entrevista ao Folha de S. Paulo, revelou que não é possível prever um prazo para conclusão das investigações.
"Estamos fazendo a coleta de provas. Não está parado. É o que posso te garantir. Vou cumprir o compromisso de entregar uma conclusão ao Conselho. O que me angustia são as diversas formalidades que tenho de cumprir. Não é possível prever um prazo", disse o dirigente ao Folha de S. Paulo.
Ataíde, vice-presidente de futebol do São Paulo, já entregou o áudio que contém uma conversa em que Aidar fala sobre desvio de dinheiro do São Paulo em contratação de jogadores e em outros acordos feitos por ele durante sua gestão. No entanto, o conteúdo não será exposto, ficando sob posse do conselho para averiguações.
Sobre a comissão dos 18 milhões no contrato com a Under Armour, já se passou 6 meses e ainda não houve resultado.
Segundo Joandre Ferraz, membro da comissão criada para apurar o caso, algumas pessoas ainda estão sendo ouvidas para que um parecer final seja redigido.
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