
Rogério Ceni começou sua trajetória no São Paulo no dia 7 de setembro de 1990.

O São Paulo comemora hoje um quarto de século de seu principal ídolo no clube, bem diferente do que era em 1990.

Quando Ceni chegou, o São Paulo não tinha títulos internacionais de peso e só dois de seus seis brasileiros. A primeira Libertadores veio em 1992.

Em 7 de setembro de 1990, o técnico do São Paulo era um ídolo do clube como jogador: Pablo Forlán (dir.), que na época brigava com a imprensa.

O time tinha vários jogadores de nomes, como Zetti, Leonardo, Cafu, Müller e Raí.

O goleiro titular do São Paulo já era Zetti, que depois foi uma espécie de tutor de Ceni quando chegou ao profissional.

Os salários eram bem menores: o São Paulo, na época, ofereceu US$ 10 mil (hoje R$ 38,5 mil) mensais para renovar com Ricardo Rocha (o terceiro da direita para esquerda).

José Eduardo Pimenta (esq.) era o presidente do clube. Ele ficou famoso pelos títulos do início dos anos 90, mas também foi acusado de má-gestão.

Quando Ceni chegou ao São Paulo, o Morumbi tinha capacidade para mais de 110 mil pessoas. Hoje, cabem cerca de 80 mil torcedores.

Poucos dias depois do 1º dia de Ceni chegou Telê Santana, que revolucionou e deu ao clube suas maiores conquistas.