
4-1-4-1 – Cautela e cadência:
Caso opte por repetir o esquema das vitórias sobre Grêmio e Chapecoense, Osorio apostaria em Michel Bastos como o homem mais aberto no lado esquerdo, compondo a linha de quatro jogadores no meio de campo. Hudson protege a cabeça da área e Luis Fabiano joga como referência. Nessa formação, a ideia é controlar o ritmo do jogo com posse de bola e mais cadência.

4-3-3 – Tridente e ousadia:
A outra ideia de Juan Carlos Osorio é iniciar o clássico contra o Palmeiras com um time mais agressivo e tentar buscar o resultado desde o início do jogo. Assim, Alexandre Pato voltaria a jogar pelo lado esquerdo, como no ano passado, e Michel seria deslocado para a ponta direita. Os dois acompanhariam Luis Fabiano como um trio de ataque, municiados por Souza e PH Ganso.
Ao LANCE!, o jornalista colombiano Jose Agustín Martínez, da rádio Antena 2, contou um pouco sobre o perfil de Osorio nos clássicos na Colômbia.
“Juan Carlos Osorio não deixa nada ao azar, muito menos um clássico. Desde que chegou ao Atlético Nacional (COL) em 2012, deu identidade especial ao clássico com o Independiente, sempre com respeito.
No total, Osorio ganhou nove clássicos com o maior rival, incluindo uma goleada com cinco gols e outra vitória com cinco gols marcados. Perdeu quatro duelos.
Esses números mostram como Osorio gosta de preparar seus times para os clássicos. Sempre conjuntos de ataque e, mais do que isso, um time equilibrado.
Gosta muito de arriscar, dando oportunidades para jogadores jovens ou que vinham de lesões, mas sempre alguém que contasse com sua confiança.
‘São partidas únicas e nenhum jogador desperdiça oportunidades como essas’, disse Osorio após escalar Jeferson Duque, que jogou por 20 minutos e fez um gol nos 3 a 1 sobre o Independiente em março”.