Bem ou mal, uruguaio do São Paulo quer que coletivo sobressaia
Fonte Gazeta Esportiva
29 de Julho de 2014
Álvaro Pereira admite que não tem atuado como no início, mas diz que tem respeitado orientação técnica
Não foi necessário muito tempo para Álvaro Pereira cair nas graças da torcida do São Paulo. Assim que chegou ao clube, no início da temporada, convenceu rapidamente também os líderes do elenco e o técnico Muricy Ramalho. Neste momento, no entanto, ele está incluído em uma queda geral de rendimento técnico.
"Não sei", respondeu, nesta terça-feira, quando questionado se achava o mesmo a respeito de suas exibições no Campeonato Brasileiro. "No jogo contra o Bahia (vitória por 2 a 0), todo o time foi bem. Depois, contra a Chapecoense (derrota por 1 a 0), foi um jogo muito fechado, como contra o Goiás (derrota por 2 a 1), que foi decidido na bola parada", continuou.
Mais tarde, o lateral esquerdo admitiu que não tem repetido as atuações que encantaram, por exemplo, o goleiro e capitão Rogério Ceni. "Ultimamente, não estou com aquele volume de jogo, mas (porque) estou atuando mais defensivamente. Tem que encarar o sistema de jogo que pede o treinador", admitiu, já se justificando. "Tenho que demonstrar o mesmo de quando cheguei".
Apesar de buscar melhora individual, ele entende que, estando ele bem ou mal, o primordial é que o coletivo do São Paulo sobressaia. "Se eu jogo bem e o time não ganha, não vou ficar feliz. Mas se eu jogo mal e o time vence, vou ficar preocupado porque não estou bem, mas feliz pelo time", argumentou.
Talvez infeliz com seu desempenho e também o do time, o uruguaio de 28 anos prefere não pensar no futuro. O contrato de empréstimo da Inter de Milão vence em 30 de junho de 2015, data muito distante, segundo ele, para ser discutida antes do objetivo imediato, a recuperação da equipe, que joga nesta quarta-feira, contra o Bragantino, pela Copa do Brasil.
"Vim com o sonho de ganhar título. Sabemos que futebol muda o tempo todo. Minha cabeça está no São Paulo, e eu seria mal agradecido se pensasse em outra coisa. Mas a realidade é que, como jogador profissional, eu me dedico a jogar futebol. Qualquer coisa além disso, tem que falar com meu empresário", desconversou o são-paulino.
Não foi necessário muito tempo para Álvaro Pereira cair nas graças da torcida do São Paulo. Assim que chegou ao clube, no início da temporada, convenceu rapidamente também os líderes do elenco e o técnico Muricy Ramalho. Neste momento, no entanto, ele está incluído em uma queda geral de rendimento técnico.
"Não sei", respondeu, nesta terça-feira, quando questionado se achava o mesmo a respeito de suas exibições no Campeonato Brasileiro. "No jogo contra o Bahia (vitória por 2 a 0), todo o time foi bem. Depois, contra a Chapecoense (derrota por 1 a 0), foi um jogo muito fechado, como contra o Goiás (derrota por 2 a 1), que foi decidido na bola parada", continuou.
Mais tarde, o lateral esquerdo admitiu que não tem repetido as atuações que encantaram, por exemplo, o goleiro e capitão Rogério Ceni. "Ultimamente, não estou com aquele volume de jogo, mas (porque) estou atuando mais defensivamente. Tem que encarar o sistema de jogo que pede o treinador", admitiu, já se justificando. "Tenho que demonstrar o mesmo de quando cheguei".
Apesar de buscar melhora individual, ele entende que, estando ele bem ou mal, o primordial é que o coletivo do São Paulo sobressaia. "Se eu jogo bem e o time não ganha, não vou ficar feliz. Mas se eu jogo mal e o time vence, vou ficar preocupado porque não estou bem, mas feliz pelo time", argumentou.
Talvez infeliz com seu desempenho e também o do time, o uruguaio de 28 anos prefere não pensar no futuro. O contrato de empréstimo da Inter de Milão vence em 30 de junho de 2015, data muito distante, segundo ele, para ser discutida antes do objetivo imediato, a recuperação da equipe, que joga nesta quarta-feira, contra o Bragantino, pela Copa do Brasil.
"Vim com o sonho de ganhar título. Sabemos que futebol muda o tempo todo. Minha cabeça está no São Paulo, e eu seria mal agradecido se pensasse em outra coisa. Mas a realidade é que, como jogador profissional, eu me dedico a jogar futebol. Qualquer coisa além disso, tem que falar com meu empresário", desconversou o são-paulino.
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