Nos últimos tempos, uma conversa que anima torcedores são-paulinos e botafoguenses é o debate sobre qual dos clubes teria cedido mais jogadores para o Brasil em Copas do Mundo. A história de ambos os times com a Seleção é longa e merece justa comparação.
METODOLOGIA
Para esse estudo, foram considerados os jogadores nos times em que estavam devidamente registrados na data da convocação. Assim, não é levado em conta Araken Patusca como jogador do Tricolor em 1930, por exemplo.
É necessário explicar também que entre 1954 e 1986 havia a publicação de uma lista de 40 nomes entregue à FIFA, dos quais, 22 ou 23 jogadores eram novamente selecionados e seguiam para o mundial. Em 2010 e 2014 ocorreu algo similar, mas limitado a 30 jogadores, em lista de espera, reserva.
Além disso, em vários anos, ocorreram pré-convocações, anteriores a definição do grupo de 40 ou da relação final de 20 e tantos. Essas pré-convocações não são aqui observadas.
O ranking é dividido em três classificações. A primeira: a relação de todos os convocados. Aqui tomam parte mesmo aqueles que foram cortados (da lista final), impedidos de jogar por motivos burocráticos, que recusaram a convocação ou ainda que fizeram parte das listas de espera de 30/40 nomes. Afinal, todos foram convocados, e é disso que esse artigo trata.
A segunda classificação leva em conta somente aqueles que foram inscritos na fase final da competição, ou seja, na Copa do Mundo propriamente dita. A terceira classificação difere dessa anterior pois nem todos os inscritos aceitaram seguir com a Seleção para os jogos. Alguns rejeitaram as inscrições e nessa última, então, são desconsiderados por não estarem presentes.
O trabalho se baseia, em muito, nas pesquisas de André do Nascimento Pereira e Marcelo Leme de Arruda, como também em leituras de revistas e jornais de época.
Assim, confiram os rankings:
Comparação direta entre São Paulo e Botafogo