O retorno de Douglas foi importantíssimo para o time. O lateral assimilou as críticas e vem provando seu valor a cada partida. Ponto para todos aqueles que acreditaram no futebol dele e na capacidade de evolução do jogador. Hoje, a lateral direita está suprida pelo atleta que, embora ainda criticado por parte da torcida, se mostra uma peça importante para a equipe.
O mesmo que aconteceu com Douglas, se espera de Maicon. O jogador, aferido por sua morosidade, e de não compor com agilidade o meio campo do São Paulo, parece melhorar leeentameeente. Muricy não gostou das críticas ao “volante”, ficou bravo e deu uma bronca na imprensa e corneteiros do seu jogador preferido, hehe.
Restam dois jogos antes de pararmos. Lembrando que o São Paulo pegou a pior tabela do Brasileirão neste início: Botafogo, Cruzeiro, Coritiba, Corinthians, Flamengo, Fluminense e Grêmio. Foram 12 pontos em sete jogos. Se fizermos mais quatro ou seis pontos, nos dois jogos seguintes, terminaremos dentro do G-4 na parada da Copa do Mundo.
O saldo é positivo, pois a equipe vem de atuações pouco convincentes. Entretanto, o time se ajustará durante a interrupção e retornará com tudo para disputar o título — é o que todos esperam. Um dos pontos a se corrigir: o adversário sempre estuda as conhecidas fragilidades no primeiro tempo e volta com tudo no segundo, sem que a equipe mostre reação.
E vamos para Uberlândia enfrentar o chato Atlético-PR. Maicon não joga hoje e Hudson mostrará seu futebol. Será uma atração para a partida ver o melhor volante do Paulistão-2014 atuar. A torcida anseia para que Hudson favoreça o que tanto pedimos aqui: maior proteção para a defesa neste esquema com três atacantes. Muricy, nada de Denílson!
Escalação para golear o furaquinho brisa do Petraglia aproveitando o campo neutro: Rogério Ceni; Douglas, Antônio Carlos, Edson Silva (tchau Lucão, vaza!) e Reinaldo (C. Rodríguez é melhor); Hudson e Souza; Pato, Ganso e Osvaldo; Luís Fabiano. Veremos um Souza mais solto em campo, podendo se aproximar da grande área adversária com mais liberdade.
Memória. Na década de 50, o São Paulo iniciou a construção do mais imponente e moderno estádio da época, após a Copa de 50 no Brasil. O Clube precisa trilhar o mesmo caminho, em seu estádio, ao término da Copa-2014, para retomar a dianteira do protagonismo admirado até por rivais no passado do futebol brasileiro. Entretanto, todas as questões construtivas, financeiras e jurídicas dos projetos devem ser TOTALMENTE debatidas no Conselho.
Wender Peixoto
https://twitter.com/PeixotoWender