Os dois times tiveram chances de sair com a vitória. Foi um clássico com muitos lances de emoção, sem gols.
O São Paulo poderia ter saído na frente no primeiro tempo.
O Santos teve as chances mais claras no segundo tempo.
No final o empate foi justo.
O Santos começou melhor, o São Paulo muito nervoso.
A primeira oportunidade foi do Peixe. Damião apertou a saída de bola do Rogério Ceni, Cícero pegou a sobra, Ceni se recuperou, Damião pegou o rebote, Rodrigo Caio travou.
Daí em diante o jogo ficou equilibrado, o São Paulo cresceu e foi prejudicado duas vezes pelo Marcelo Von Gasse. Impedimento, muitas vezes, é lance difícil mas nestes dois casos havia referência. No primeiro Luis Fabiano estava fora da área e havia um jogador do Santos na área. No segundo Álvaro Pereira estava numa faixa de grama diferente do jogador santista.
Eram dois lances de gol, um deles seria pênalti.

Aproveitando, o único pênalti do jogo foi do Paulo Miranda. O zagueiro foi esperto, sabia que estava fora do campo de visão dos árbitros e meteu a mão na bola. Correu o risco, se deu bem. Neste lance os árbitros não podem ser crucificados, eles não tinham a visão da bola.
Marcelo Von Gasse salvou sua atuação ao marcar corretamente o impedimento do Rildo.
Seria um desastre o bandeira cometer três erros contra o mesmo time.
O São Paulo dominou os últimos minutos da primeira etapa e merecia o gol.
O Santos voltou melhor no segundo tempo, o jogo ficou aberto, cheio de oportunidades, Ceni fez boas defesas, uma delas incrível na cabeçada do Damião, a zaga do Peixe passou sufoco, os dois times pressionaram e buscaram a vitória. Osvaldo foi audacioso, tirou Alan Santos, colocou Gabriel aos 40?, as duas equipes terminaram o jogo buscando o gol.
O São Paulo ainda não encontrou o time. Muricy acertou ao colocar Ganso no banco e poupar Roger Carvalho no clássico. O meia não está jogando bem. O zagueiro ficou muito tempo contundido, falhou contra o São Bernardo, o são-paulino não perdoaria no clássico.