Antes de clássico, Muricy corneta imprensa e relembra fase de jogador

Fonte Folha de S. Paulo
Questionado incontáveis vezes sobre a atual fase do meia Paulo Henrique Ganso, o técnico Muricy Ramalho não respondeu e aproveitou para cornetar os jornalistas durante a entrevista coletiva desta sexta-feira, após o treino dos reservas no centro de treinamento da Barra Funda.
Inicialmente, o treinador são-paulino se negou a analisar individualmente o rendimento de Ganso e adiantar o que deve mudar no time para o clássico contra o Santos, neste domingo, no Morumbi, pelo Paulista. Depois passou a responder com brincadeiras e ironias.
"Vocês [jornalistas] não têm criatividade nenhuma. Vão vir com [perguntas do] Ganso de novo? Vou falar de novo que não comento sobre jogador. Agora os caras lá em casa vão falar que vocês só perguntam a mesma coisa, que a coletiva está chata", disse Muricy.
Ao ser questionado se Ganso, assim como os jornalistas presentes na entrevista, também tem problema de criatividade, Muricy fez mais piadas.
"Não, claro que não. Vai me desculpar, mas ninguém fala, os amiguinhos [outros técnicos] são todos políticos, não falam isso, mas vocês são muito ruins. Mas ele [Ganso] também tem que criar, como vocês também, que não são criativos para nada, ele tem que criar também", afirmou o treinador.
Depois, ao ouvir uma pergunta de uma jornalista, Muricy interrompeu e fez brincadeiras para descontrair a entrevista.
"Você é diferente dos outros aqui... bem diferente", disse, ao risos e arrancando risos de alguns repórteres.
PASSADO
Muricy também relembrou sua fase como jogador ao ser questionado qual o clássico contra o Santos que mais o marcou.
"Foi um clássico em que fiz um gol, em um 2 a 0, no Morumbi. Um gol muito bonito. Fiz jogada individual, sai driblando muita gente e fiz uma finta em que parecia que ia cruzar, mas bati a bola no contrapé do goleiro. Aquele clássico me marcou muito. Acho que foi em 1976 ou 1977."
O treinador tricolor também voltou no tempo ao falar se hoje tem algum jogador parecido com ele tecnicamente.
"Difícil. No tempo que eu jogava eu era o número 8. Se usava os números [para definir a posição do jogador], hoje se fala meia-atacante. No tempo que eu jogava tinha um número 10 que era mais ou menos, que era o Pedro Rocha. Eu carregava o piano, era o aluno dele, era um cara um pouco agressivo, era muito rápido, chegava. Difícil você encontrar esse estilo. Hoje, a maioria dos times joga com volantes e dois pontas, dois caras abertos", explicou.
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