Maior nação Tricolor do mundo, quem não ficou preocupado depois do que vimos no domingo? Primeiro jogo, jogadores fora de forma, time voltando de férias, etc... O time não melhorou nada em relação aos piores momentos de 2013. O mesmo futebolzinho com 80% de posse de bola dentro do nosso campo de jogo sem incomodar o adversário. A primeira impressão é a que fica.
Vem a segunda-feira e os noticiários relatam que Juvenal entrou em pânico após o que viu. Deveras, qualquer leigo que assiste o São Paulo não enxerga um time de futebol de profissionais. Mas a moda é sempre focar os principais jogadores e o Muricy nas críticas. Ora, sejam razoáveis prezados(a) defensores da pior gestão de futebol da história do São Paulo Futebol Clube.
Muricy conseguiu melhorar muito o time no segundo turno do Brasileirão-2013, deu padrão, organizou a bagunça. Em 2014, iniciou o ano testando formações e buscando algo mais que o time possa oferecer. Errar dentro de uma margem de segurança tentando caminhos diferentes é sempre louvável.
Sem as contratações prioritárias que foram ignoradas pela diretoria, Muricy provavelmente voltará ao tradicional 3-5-2 – em pouco tempo – para não sofrer com pesadelos que têm causado insônia em tanta gente. Enfim, voltamos além do ponto zero e vamos recomeçar a luta de torcer pelo time campeão mundial do toque de lado sem chutes a gol.
Temos bons jogadores se olharmos individualmente (mais uma vez). Contudo, as características de cada um não se complementam para formar uma equipe competitiva e as duas peças – por onde o time inicia a construção das jogadas e intensifica a proteção da defesa – inexistem na prática. São lacunas a serem compensadas pelo nosso técnico.
Queremos e necessitamos de jogador. Ok, diretoria e Sr. Juvenal? Não notaram ainda?
Quando o time estava de férias, os simpáticos à gestão atual começaram a botar as mangas de fora com ovações. Mas isto que estamos vendo hoje é real e incontestável, de total responsabilidade da cúpula do clube.
Escalação para vencer o Mogi Mirim, reiniciando e apagando a péssima estreia de um ano que não começou nada bem: Rogério, L. Ricardo, R. Caio, A. Carlos e Reinaldo; Wellington, J. Schmidt, Maicon e Ganso; Cañete e L. Fabiano.
P.S. Seja bem vindo com sucesso, Álvaro Pereira.
O São Paulo mantém a tradição de contar com uruguaios. O jogador já mostrou ser muito versátil e pode atuar na função exercida por Maicon. Possui capacidade ofensiva e, principalmente, defensiva para atuar no meio de campo.
Parabéns Rogério Ceni M1TO pelos 41 anos de vida, mais da metade dedicados ao Tricolor.

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