Juvenal Juvêncio pode apoiar Kalil se o candidato à presidência do São Paulo deixar Marco Aurélio Cunha fora da diretoria
Fonte Blog do Birner/UOL
22 de Agosto de 2013
Marco Aurélio Cunha foi estratégico ao abrir mão da candidatura para a presidência do São Paulo e apoiar Kalil Rocha Abdalla.
Era previsível que tomasse tal decisão.
Os partidários de Juvenal Juvêncio há meses afirmavam que MAC não tinha força dentro do clube para ser presidente e comentavam sobre a possibilidade de o diretor jurídico sair candidato.
O próprio MAC, tempos atrás, me confidenciou que cogitava a possibilidade de deixar para depois o sonho de ser presidente do São Paulo para lançar Abdalla agora.
O diretor jurídico de Juvenal Juvêncio nos últimos anos (era até segunda-feira e ficou quase oito no cargo), que foi um dos maiores defensores do polêmico e errado terceiro mandato do atual presidente, tem, no conselho são-paulino, rejeição muito inferior a do vereador.
MAC dificilmente conseguiria as 55 assinaturas entre os 240 conselheiros.
A chance de Kalil Rocha Abdalla obtê-las é muito grande.
Se eleito, Abdalla provavelmente colocará Marco Aurélio Cunha no cargo de vice-presidente de futebol, o majoritário do departamento.
Ou, talvez, no de diretor de futebol, que esta um degrau abaixo do vice na hierarquia.
Não existe, no mundo da política, apoio totalmente gratuito e desprovido de contrapartida.
Marco Aurélio, se confirmado numa dessas funções, poderá ganhar força durante sua gestão e se lançar com muito mais força, no futuro, ao cargo de primeiro mandatário do São Paulo.
Hoje, o provável candidato da situação será Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, mas Roberto Natel pode ser o escolhido de Juvenal.

Existe também a terceira possibilidade.
De primeira
Se o São Paulo for rebaixado, talvez Juvenal Juvêncio não queira lançar candidato algum da situação.
Pode conversar com Kalil Rocha Abdala e apoiá-lo.
Seria o chamado candidato único, de consenso.
Mas Juvenal, se tomar esse rumo, vai impor uma condição em troca do apoio que garante para Kalil Rocha Abdalla o lugar na galeria de presidentes do São Paulo.
O ex-diretor jurídico terá que deixar Marco Aurélio Cunha fora da diretoria. .
Juvenal exigirá que o ex-genro (MAC foi casado com a filha de Juvenal e é pai do neto do presidente) fique sem cargo algum no clube.
Tal possibilidade, caso o time vá para a segunda divisão, deve ser levada bem a sério pelos que pretendem entender o processo de sucessão.
Existe ainda outra, por enquanto, remota.
Não está completamente descartada a chance de Juvenal Juvêncio apoiar Kalil Rocha Abdalla, mesmo se o São Paulo não for rebaixado, caso ele se disponha a não dar função alguma ao MAC.
Os meses até o pleito, em abril de 2014, devem ser quentes na disputa política do Morumbi.
Era previsível que tomasse tal decisão.
Os partidários de Juvenal Juvêncio há meses afirmavam que MAC não tinha força dentro do clube para ser presidente e comentavam sobre a possibilidade de o diretor jurídico sair candidato.
O próprio MAC, tempos atrás, me confidenciou que cogitava a possibilidade de deixar para depois o sonho de ser presidente do São Paulo para lançar Abdalla agora.
O diretor jurídico de Juvenal Juvêncio nos últimos anos (era até segunda-feira e ficou quase oito no cargo), que foi um dos maiores defensores do polêmico e errado terceiro mandato do atual presidente, tem, no conselho são-paulino, rejeição muito inferior a do vereador.
MAC dificilmente conseguiria as 55 assinaturas entre os 240 conselheiros.
A chance de Kalil Rocha Abdalla obtê-las é muito grande.
Se eleito, Abdalla provavelmente colocará Marco Aurélio Cunha no cargo de vice-presidente de futebol, o majoritário do departamento.
Ou, talvez, no de diretor de futebol, que esta um degrau abaixo do vice na hierarquia.
Não existe, no mundo da política, apoio totalmente gratuito e desprovido de contrapartida.
Marco Aurélio, se confirmado numa dessas funções, poderá ganhar força durante sua gestão e se lançar com muito mais força, no futuro, ao cargo de primeiro mandatário do São Paulo.
Hoje, o provável candidato da situação será Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, mas Roberto Natel pode ser o escolhido de Juvenal.

Existe também a terceira possibilidade.
De primeira
Se o São Paulo for rebaixado, talvez Juvenal Juvêncio não queira lançar candidato algum da situação.
Pode conversar com Kalil Rocha Abdala e apoiá-lo.
Seria o chamado candidato único, de consenso.
Mas Juvenal, se tomar esse rumo, vai impor uma condição em troca do apoio que garante para Kalil Rocha Abdalla o lugar na galeria de presidentes do São Paulo.
O ex-diretor jurídico terá que deixar Marco Aurélio Cunha fora da diretoria. .
Juvenal exigirá que o ex-genro (MAC foi casado com a filha de Juvenal e é pai do neto do presidente) fique sem cargo algum no clube.
Tal possibilidade, caso o time vá para a segunda divisão, deve ser levada bem a sério pelos que pretendem entender o processo de sucessão.
Existe ainda outra, por enquanto, remota.
Não está completamente descartada a chance de Juvenal Juvêncio apoiar Kalil Rocha Abdalla, mesmo se o São Paulo não for rebaixado, caso ele se disponha a não dar função alguma ao MAC.
Os meses até o pleito, em abril de 2014, devem ser quentes na disputa política do Morumbi.
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