Foto EFE/Andreas Gebert
O triunfo sobre o Benfica no sábado não serviu apenas para acabar com a pior série sem vitórias na história do Tricolor. O placar de 2 a 0 deu uma pausa no processo de fritura ao qual o técnico Paulo Autuori estava sendo submetido na última semana.
A pressão dos conselheiros e diretores de alto escalação pela demissão de Autuori era tamanha que o presidente Juvenal Juvêncio preferiu nem dar expediente no Morumbi na quinta e sexta-feiras. Assim, ele evitou contato com os cardeais tricolores e as cornetadas sobre o técnico.
Antes de bater o Benfica em Lisboa e ficar com o título da Copa Eusébio, Autuori colecionava seis derrotas e um empate nos sete primeiros jogos à frente do São Paulo.
A pressão maior por sua demissão vinha das “viúvas de Muricy Ramalho”, como é conhecida a ala de fãs declarados do treinador dentro do Morumbi. Além do passado vitorioso, Muricy seria o único capaz de dar um choque no elenco, com seu estilo linha-dura, segundo os cartolas.

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